{"id":907,"date":"2011-03-16T12:55:21","date_gmt":"2011-03-16T12:55:21","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/03\/16\/ifrs-x-receita-federal-depreciacao\/"},"modified":"2011-03-16T12:55:21","modified_gmt":"2011-03-16T12:55:21","slug":"ifrs-x-receita-federal-depreciacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/03\/16\/ifrs-x-receita-federal-depreciacao\/","title":{"rendered":"IFRS x Receita Federal: Deprecia\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p> \t&nbsp;<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"2\" cellspacing=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#ffffff\" colspan=\"2\">\n<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-grey ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\">\n<p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">\u00cdndice<\/p>\n<span class=\"ez-toc-title-toggle\"><a href=\"#\" class=\"ez-toc-pull-right ez-toc-btn ez-toc-btn-xs ez-toc-btn-default ez-toc-toggle\" aria-label=\"Alternar tabela de conte\u00fado\"><span class=\"ez-toc-js-icon-con\"><span class=\"\"><span class=\"eztoc-hide\" style=\"display:none;\">Toggle<\/span><span class=\"ez-toc-icon-toggle-span\"><svg style=\"fill: #999;color:#999\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" class=\"list-377408\" width=\"20px\" height=\"20px\" viewBox=\"0 0 24 24\" fill=\"none\"><path d=\"M6 6H4v2h2V6zm14 0H8v2h12V6zM4 11h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2zM4 16h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2z\" fill=\"currentColor\"><\/path><\/svg><svg style=\"fill: #999;color:#999\" class=\"arrow-unsorted-368013\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"10px\" height=\"10px\" viewBox=\"0 0 24 24\" version=\"1.2\" baseProfile=\"tiny\"><path d=\"M18.2 9.3l-6.2-6.3-6.2 6.3c-.2.2-.3.4-.3.7s.1.5.3.7c.2.2.4.3.7.3h11c.3 0 .5-.1.7-.3.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7zM5.8 14.7l6.2 6.3 6.2-6.3c.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7c-.2-.2-.4-.3-.7-.3h-11c-.3 0-.5.1-.7.3-.2.2-.3.5-.3.7s.1.5.3.7z\"\/><\/svg><\/span><\/span><\/span><\/a><\/span><\/div>\n<nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/03\/16\/ifrs-x-receita-federal-depreciacao\/#Receita_analisa_depreciacao_de_ativo_imobilizado\" >Receita analisa deprecia&ccedil;&atilde;o de ativo imobilizado<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Receita_analisa_depreciacao_de_ativo_imobilizado\"><\/span> \t\t\t\t\tReceita analisa deprecia&ccedil;&atilde;o de ativo imobilizado<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#ffffff\" colspan=\"2\">\n<p style=\"text-align: right\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">por Adriana Aguiar<\/font><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">Uma solu&ccedil;&atilde;o de consulta da Receita Federal da 10&ordf; Regi&atilde;o (Rio Grande do Sul) reconheceu o direito de uma empresa que est&aacute; no Regime Tribut&aacute;rio de Transi&ccedil;&atilde;o (RTT) de n&atilde;o aplicar os ajustes no c&aacute;lculo de deprecia&ccedil;&atilde;o de bens do ativo imobilizado &#8211; como im&oacute;veis e m&aacute;quinas, por exemplo, usados na atividade empresarial &#8211; previstos na nova norma cont&aacute;bil, em vigor desde 2007.<\/font><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">O RTT, institu&iacute;do pela Lei n&ordm; 11.941, garante a neutralidade tribut&aacute;ria nas mudan&ccedil;as cont&aacute;beis que vem ocorrendo para igualar as regras brasileiras &agrave;s internacionais. Por esse motivo, as empresas v&ecirc;m usando crit&eacute;rios distintos para fazer os ajustes entre os balan&ccedil;os societ&aacute;rio e fiscal.<\/font><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">Este &eacute; o primeiro posicionamento da Receita Federal sobre o tema &#8211; cuja interpreta&ccedil;&atilde;o tem sido pol&ecirc;mica tanto por contadores quanto por advogados. Com a decis&atilde;o, prevista na Solu&ccedil;&atilde;o de Consulta n&ordm; 15, de 18 de fevereiro, a companhia beneficiada pelo resultado poder&aacute; manter os mesmos &iacute;ndices de deprecia&ccedil;&atilde;o que eram usados antes da altera&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil para serem deduzidos do Imposto de Renda e da Contribui&ccedil;&atilde;o Social sobre o Lucro L&iacute;quido (CSLL) &#8211; o que poder&aacute; acarretar em valores menores a serem recolhidos. Essa diferen&ccedil;a, em muitos casos, pode chegar a milh&otilde;es de reais.<\/font><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">Antes da Lei n&ordm; 11.638, de 2007, que criou as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para que se equiparasse as regras cont&aacute;beis brasileiras e internacionais, a regra fiscal j&aacute; determinava que fosse considerado o crit&eacute;rio da vida &uacute;til do bem depreciado, embasado por um estudo t&eacute;cnico. Como alternativa, a Receita elaborou uma tabela para que as empresas n&atilde;o precisassem desse estudo.<\/font><\/span><\/p>\n<p> \t\t\t\t <!--more-->  \t\t\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">Por essa tabela, um ve&iacute;culo passa a valer zero ap&oacute;s cinco anos, pr&eacute;dios duram 20 anos e m&aacute;quinas e equipamentos, entre cinco e dez anos. Como esses prazos de deprecia&ccedil;&atilde;o em geral eram melhores do que os obtidos em laudos individuais, a tabela da Receita vinha sendo utilizada pela maioria das empresas. Por&eacute;m, a lei de 2007 determinou expressamente que as empresas utilizassem as taxas de deprecia&ccedil;&atilde;o baseadas em laudos. O que deveria ent&atilde;o descartar a aplica&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices elencados pela Receita.<\/font><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">Segundo o advogado Eduardo Botelho Kiralyhegy, do Negreiro, Medeiros &amp; Kiralyhegy Advogados, muitas empresas adotaram o Regime Tribut&aacute;rio de Transi&ccedil;&atilde;o (RTT), j&aacute; que a altera&ccedil;&atilde;o acarretaria em alto impacto na carga tribut&aacute;ria. Por&eacute;m, elas estavam inseguras com rela&ccedil;&atilde;o a extens&atilde;o da ado&ccedil;&atilde;o do regime, se poderiam us&aacute;-lo para o c&aacute;lculo da deprecia&ccedil;&atilde;o desses ativos. &quot;A solu&ccedil;&atilde;o de consulta d&aacute; um alento a essas empresas, apesar de ser apenas um posicionamento em um caso concreto&quot;.<\/font><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">O uso do Regime Tribut&aacute;rio de Transi&ccedil;&atilde;o para a deprecia&ccedil;&atilde;o &eacute; algo pol&ecirc;mico. Como o regime de transi&ccedil;&atilde;o s&oacute; pode ser utilizado nos casos em que houve modifica&ccedil;&atilde;o das regras, surgiu a d&uacute;vida se isso poderia ou n&atilde;o ser aplicado aos ativos imobilizados. Para Kiralyhegy, a posi&ccedil;&atilde;o da Receita na solu&ccedil;&atilde;o de consulta &eacute; acertada, j&aacute; que houve altera&ccedil;&atilde;o nas regras. Isso porque, antes de 2007 n&atilde;o havia lei que determinasse a elabora&ccedil;&atilde;o de laudos para o c&aacute;lculo de deprecia&ccedil;&atilde;o, apenas normas fiscais, que abriam a possibilidade de utiliza&ccedil;&atilde;o da tabela da Receita. &quot; Sem lei, a elabora&ccedil;&atilde;o de estudos espec&iacute;ficos n&atilde;o era compuls&oacute;ria&quot;, diz Kiralyhegy.<\/font><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">O contador e advogado Pedro Cesar da Silva, da ASPR Auditoria e Consultoria, ao ser consultado pelas empresas que atende, tamb&eacute;m se manifestou pela aplica&ccedil;&atilde;o do regime de transi&ccedil;&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; deprecia&ccedil;&atilde;o. Para ele, a Lei n&ordm; 11.638, de 2007, trouxe novas possibilidades quanto &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o da taxa de deprecia&ccedil;&atilde;o. &quot;Nas normas fiscais n&atilde;o se admitia a elabora&ccedil;&atilde;o de laudos por empresas especializadas, por isso, houve altera&ccedil;&atilde;o&quot;, diz. Segundo Silva, ainda que a consulta seja v&aacute;lida apenas para uma empresa em especial, o texto traz pelo menos um primeiro posicionamento a respeito do tema.<\/font><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t\t\t\t<span style=\"font-family: 'times new roman', 'serif'; font-size: 12pt\"><font face=\"Arial, Helvetica, sans-serif\">O s&oacute;cio da Deloitte, Maur&iacute;cio Bianchi, no entanto, entende que n&atilde;o houve altera&ccedil;&atilde;o que justificasse a aplica&ccedil;&atilde;o do Regime Tribut&aacute;rio de Transi&ccedil;&atilde;o. &quot; Temos alertado nossos clientes sobre isso.&quot; Para ele, as normas cont&aacute;beis desde 1964 j&aacute; traziam o que est&aacute; previsto na Lei n&ordm; 11.638, de 2007. De qualquer forma, Bianchi encaminhou a solu&ccedil;&atilde;o de consulta para as empresas que atende e que ent&atilde;o poder&atilde;o elaborar sua pr&oacute;pria consulta, caso tenham interesse. &quot;Ainda n&atilde;o &eacute; posicionamento definitivo da Receita. H&aacute; outras manifesta&ccedil;&otilde;es inconclusivas a respeito do tema em outros casos&quot;, afirma.<\/font><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#ffffff\" class=\"style2\" colspan=\"2\">\n<p> \t\t\t\t\t<strong><span style=\"font-size: 14px\">Fonte<\/span><\/strong>: <a href=\"http:\/\/4mail.com.br\/Artigo\/ViewFenacon\/005637023634894\"><font size=\"3\">Valor Econ&ocirc;mico<\/font><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Receita analisa deprecia&ccedil;&atilde;o de ativo imobilizado &nbsp;por Adriana Aguiar &nbsp; Uma solu&ccedil;&atilde;o de consulta<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[160],"tags":[],"class_list":["post-907","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-planejamento-tributario"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/907","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=907"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/907\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=907"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=907"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=907"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}