{"id":870,"date":"2011-02-13T14:57:41","date_gmt":"2011-02-13T17:57:41","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/02\/13\/balancos-da-nova-era-dao-mais-lucro\/"},"modified":"2011-02-13T14:57:41","modified_gmt":"2011-02-13T17:57:41","slug":"balancos-da-nova-era-dao-mais-lucro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/02\/13\/balancos-da-nova-era-dao-mais-lucro\/","title":{"rendered":"Balan\u00e7os da nova era d\u00e3o mais lucro"},"content":{"rendered":"<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>Estudo da FGV aponta que segunda fase de ado&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o IFRS ter&aacute; impacto positivo de 20% a 30% no lucro das companhias brasileiras.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<br \/> \tPor Fernando Torres, de S&atilde;o Paulo<\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Se n&atilde;o bastasse o bom momento operacional vivido pelas empresas brasileiras em 2010, os resultados financeiros que ser&atilde;o apresentados at&eacute; o fim de mar&ccedil;o ter&atilde;o um componente adicional para impulsionar o lucro das companhias de capital aberto.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Trata-se da segunda fase do processo de ado&ccedil;&atilde;o das normas internacionais de contabilidade, conhecidas pela sigla IFRS, que vai colocar os balan&ccedil;os das empresas brasileiras no mesmo padr&atilde;o usado em cerca de cem pa&iacute;ses.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Essa diferen&ccedil;a n&atilde;o vai aparecer de forma clara para os investidores como crescimento de lucro em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, j&aacute; que os n&uacute;meros referentes a 2009 tamb&eacute;m ser&atilde;o ajustados pelas mesmas regras e elevar&atilde;o a base de compara&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Estudo in&eacute;dito da Escola de Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas de S&atilde;o Paulo da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (Eaesp-FGV) diz que, assim como na primeira etapa do processo de converg&ecirc;ncia cont&aacute;bil, implementada em 2008, quando entrou em vigor a Lei 11.638, essa nova fase de migra&ccedil;&atilde;o para o IFRS completo trar&aacute;, na m&eacute;dia e em termos consolidados, crescimento expressivo no lucro l&iacute;quido.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">A conclus&atilde;o refor&ccedil;a a tese de que a contabilidade antiga brasileira, na tradi&ccedil;&atilde;o da Europa continental e com forte influ&ecirc;ncia do Fisco, era conservadora em compara&ccedil;&atilde;o com as pr&aacute;ticas usadas nos pa&iacute;ses de origem anglo-sax&atilde;.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">A partir de agora, em tese, os balan&ccedil;os v&atilde;o tratar melhor os acionistas, em detrimento dos credores &#8211; n&atilde;o s&oacute; pelo efeito imediato em que os lucros maiores elevam base de distribui&ccedil;&atilde;o de dividendos, mas principalmente porque haver&aacute; mais informa&ccedil;&atilde;o que interessa ao investidor e os valores estar&atilde;o mais perto da realidade.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O trabalho, da professora Edilene Santana Santos, foi financiado pelo GVpesquisa e contou com colabora&ccedil;&atilde;o do aluno de gradua&ccedil;&atilde;o Aleksander Juswiak, por meio do Programa Institucional de Bolsas de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica (Pibic).<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O estudo analisou os resultados de 20 empresas de capital aberto em tr&ecirc;s momentos: com a contabilidade antiga do Brasil, tendo como base as normas vigentes at&eacute; 2007; com os ajustes decorrentes da Lei 11.638, v&aacute;lidos de forma obrigat&oacute;ria a partir de 2008; e com a ado&ccedil;&atilde;o plena dos comandos do IFRS. Entre as companhias da amostra est&atilde;o AmBev, Gerdau, TAM, Gol, Natura, Net, Cyrela, Lojas Renner e Souza Cruz.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">As empresas do estudo foram escolhidas porque tinham esses tr&ecirc;s dados dispon&iacute;veis.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">A pesquisa apontou que a segunda etapa de ado&ccedil;&atilde;o das normas internacionais elevou o resultado l&iacute;quido das empresas, na m&eacute;dia, em 33% em 2007 e em 20% em 2008. No primeiro momento do processo de transi&ccedil;&atilde;o, em 2008, o efeito j&aacute; havia sido positivo em 31% e 10%, respectivamente.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Mas mesmo tendo em conta que a amostra n&atilde;o &eacute; muito grande e que a sele&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi aleat&oacute;ria &#8211; a divulga&ccedil;&atilde;o foi feita por decis&atilde;o das companhias &#8211; a pesquisadora considera que &eacute; poss&iacute;vel prever aumento de lucro das demais companhias, um pouco abaixo do percentual de 20% a 30% identificado no estudo. Um dos motivos &eacute; que o resultado observado para a primeira fase de ado&ccedil;&atilde;o nesse grupo de 20 empresas se aproximou do registrado em uma outra pesquisa, que contou com amostra maior, de 175 companhias. &quot;Melhor ter uma informa&ccedil;&atilde;o com certo cuidado do que nenhuma&quot;, afirma a professora da FGV.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O novo estudo buscou identificar tamb&eacute;m o impacto da migra&ccedil;&atilde;o para o IFRS no patrim&ocirc;nio l&iacute;quido das mesmas 20 companhias. O resultado mostrou efeito quase nulo na primeira fase, mas eleva&ccedil;&atilde;o na segunda etapa. O efeito m&eacute;dio de alta foi de 4% no balan&ccedil;o de 2007 e de 16% em 2008.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Na segunda fase do processo de ado&ccedil;&atilde;o do IFRS, a norma que mais teve efeito no resultado, e sempre positivo, foi o CPC 15, que trata do que os contadores chamam de &quot;combina&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios&quot; e incluem fus&otilde;es, aquisi&ccedil;&otilde;es, incorpora&ccedil;&otilde;es e cis&otilde;es.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Dentro dessa regra, a principal novidade &eacute; o fim da amortiza&ccedil;&atilde;o do &aacute;gio gerado em aquisi&ccedil;&otilde;es. Como deixa de existir essa amortiza&ccedil;&atilde;o, que era uma despesa na demonstra&ccedil;&atilde;o de resultados, o lucro das empresas aumenta. <\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Se considerados de forma isolada, os ajustes decorrentes do CPC 15 teriam elevado, na m&eacute;dia, o lucro das companhias em 20% em 2007 e em 58% em 2008. No processo gradual adotado no Brasil, essa amortiza&ccedil;&atilde;o deixou de ocorrer desde 2009, o que minimizar&aacute; os efeitos no balan&ccedil;o de 2010.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Na primeira fase do processo, o normativo que mais teve peso positivo foi o de incentivos fiscais, j&aacute; que essas subven&ccedil;&otilde;es passaram a ser registradas como receita, sendo que antes n&atilde;o tinham efeito no lucro, s&oacute; no patrim&ocirc;nio.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Ainda que, na m&eacute;dia em termos consolidados o impacto do IFRS seja positivo para as empresas, n&atilde;o &eacute; verdade dizer que cada uma delas ter&aacute; alta nos lucros.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O estudo da FGV mostrou que, em 2007, houve alta no lucro de 62% da amostra, o que significa que 38% das empresas registraram redu&ccedil;&atilde;o. Em 2008, 54% das empresas tiveram alta, ante 46% com queda no lucro.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O que puxa o resultado m&eacute;dio para cima &eacute; que os casos de eleva&ccedil;&atilde;o expressiva dos resultados, de mais de 10%, s&atilde;o mais frequentes que o de baixas relevantes.<br \/> \t&nbsp;<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"font-size: 14px\"><strong>Empresas v&atilde;o ter que se explicar muito mais, diz auditor<\/strong><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">N&atilde;o s&atilde;o apenas os lucros que devem crescer com a ado&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o cont&aacute;bil IFRS. As notas explicativas que acompanham os balan&ccedil;os tamb&eacute;m aumentar&atilde;o de forma significativa e, em muitos casos, v&atilde;o dobrar de tamanho, afirma Bruce Mescher, s&oacute;cio de auditoria da Deloitte e especialista em normas internacionais de contabilidade.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">At&eacute; as empresas que j&aacute; publicaram resultados trimestrais em IFRS ao longo de 2010, que ele calcula como cerca de 20% do total, dever&atilde;o notar a diferen&ccedil;a.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Isso porque a norma internacional &eacute; mais exigente em termos de divulga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es quando se apresenta o balan&ccedil;o completo.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Quando questionado sobre a probabilidade de haver erros e republica&ccedil;&otilde;es, o s&oacute;cio da Deloitte chamou aten&ccedil;&atilde;o para o papel que a Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CVM) ter&aacute; a esse respeito, principalmente com as primeiras divulga&ccedil;&otilde;es no novo padr&atilde;o. &quot;&Eacute; razo&aacute;vel achar que haver&aacute; alguns problemas, mas especular sobre a extens&atilde;o deles &eacute; quase imposs&iacute;vel&quot;, afirma Mescher.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Ele tamb&eacute;m diz que as auditorias est&atilde;o trabalhando para garantir a consist&ecirc;ncia de julgamentos para interpreta&ccedil;&otilde;es de normas dentro de um mesmo setor, mas admitiu que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel evitar, com 100% de certeza, que haja tratamentos cont&aacute;beis diferentes para eventos semelhantes.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Tendo em conta a experi&ecirc;ncia internacional, ele acredita que, no primeiro momento, haver&aacute; companhias que v&atilde;o se restringir ao m&iacute;nimo necess&aacute;rio em termos de divulga&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Na Europa, uma das cr&iacute;ticas nos primeiros anos de ado&ccedil;&atilde;o do IFRS era referente &agrave; descri&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas cont&aacute;beis, que costumam aparecer na primeira nota explicativa. &quot;As empresas usavam palavras padr&atilde;o. E as pr&aacute;ticas cont&aacute;beis n&atilde;o s&atilde;o necessariamente id&ecirc;nticas. Isso exige mais customiza&ccedil;&atilde;o.&quot;<\/span><\/span><br \/> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Outro ponto que gerou discuss&otilde;es no exterior est&aacute; ligado &agrave; divulga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es por &aacute;reas de neg&oacute;cio. &quot;A tend&ecirc;ncia natural &eacute; n&atilde;o querer abrir receitas e resultados por segmento.&quot;<\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O s&oacute;cio da Deloitte destaca que as companhias n&atilde;o devem assumir que os usu&aacute;rios das informa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o completamente prontos para entender a nova norma e devem ter o cuidado de explicar, para investidores e analistas, de onde vieram as diferen&ccedil;as cont&aacute;beis. &quot;As empresas devem esperar mais perguntas e ajudar com as informa&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas.&quot; (FT)<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Fonte<\/strong>: Valor Econ&ocirc;mico (10.02.2011), via FENACON<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da FGV aponta que segunda fase de ado&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o IFRS ter&aacute; impacto positivo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14,117],"tags":[],"class_list":["post-870","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-analise-de-balanco","category-ifrs"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/870","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=870"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/870\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=870"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=870"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=870"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}