{"id":8447,"date":"2023-10-30T17:27:41","date_gmt":"2023-10-30T17:27:41","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/?p=8447"},"modified":"2023-10-30T21:39:36","modified_gmt":"2023-10-30T21:39:36","slug":"stf-depositos-bancarios-de-origem-nao-comprovada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2023\/10\/30\/stf-depositos-bancarios-de-origem-nao-comprovada\/","title":{"rendered":"STF: Dep\u00f3sitos banc\u00e1rios de origem n\u00e3o comprovada"},"content":{"rendered":"<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-grey ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\">\n<p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">\u00cdndice<\/p>\n<span class=\"ez-toc-title-toggle\"><a href=\"#\" class=\"ez-toc-pull-right ez-toc-btn ez-toc-btn-xs ez-toc-btn-default ez-toc-toggle\" aria-label=\"Alternar tabela de conte\u00fado\"><span class=\"ez-toc-js-icon-con\"><span class=\"\"><span class=\"eztoc-hide\" style=\"display:none;\">Toggle<\/span><span class=\"ez-toc-icon-toggle-span\"><svg style=\"fill: #999;color:#999\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" class=\"list-377408\" width=\"20px\" height=\"20px\" viewBox=\"0 0 24 24\" fill=\"none\"><path d=\"M6 6H4v2h2V6zm14 0H8v2h12V6zM4 11h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2zM4 16h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2z\" fill=\"currentColor\"><\/path><\/svg><svg style=\"fill: #999;color:#999\" class=\"arrow-unsorted-368013\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"10px\" height=\"10px\" viewBox=\"0 0 24 24\" version=\"1.2\" baseProfile=\"tiny\"><path d=\"M18.2 9.3l-6.2-6.3-6.2 6.3c-.2.2-.3.4-.3.7s.1.5.3.7c.2.2.4.3.7.3h11c.3 0 .5-.1.7-.3.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7zM5.8 14.7l6.2 6.3 6.2-6.3c.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7c-.2-.2-.4-.3-.7-.3h-11c-.3 0-.5.1-.7.3-.2.2-.3.5-.3.7s.1.5.3.7z\"\/><\/svg><\/span><\/span><\/span><\/a><\/span><\/div>\n<nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-4'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2023\/10\/30\/stf-depositos-bancarios-de-origem-nao-comprovada\/#Origem\" >Origem<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-4'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2023\/10\/30\/stf-depositos-bancarios-de-origem-nao-comprovada\/#Fato_gerador\" >Fato gerador<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-4'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2023\/10\/30\/stf-depositos-bancarios-de-origem-nao-comprovada\/#Dever_de_pagar_tributos\" >Dever de pagar tributos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-4'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2023\/10\/30\/stf-depositos-bancarios-de-origem-nao-comprovada\/#Inversao_do_onus\" >Invers\u00e3o do \u00f4nus<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-4'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2023\/10\/30\/stf-depositos-bancarios-de-origem-nao-comprovada\/#Tese\" >Tese<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-4'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2023\/10\/30\/stf-depositos-bancarios-de-origem-nao-comprovada\/#Texto_legal_citado_%E2%80%93_Presuncao_de_omissao_de_receita\" >Texto legal citado\u00a0 &#8211; Presun\u00e7\u00e3o de omiss\u00e3o de receita<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n\r\n\r\n<p class=\"noticia-titulo\"><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>STF valida cobran\u00e7a de IR sobre dep\u00f3sitos banc\u00e1rios de origem n\u00e3o comprovada<\/strong><\/span><\/p>\r\n<p>Plen\u00e1rio do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a constitucionalidade do artigo 42 da Lei 9.430\/1996, que trata como omiss\u00e3o de receita ou de rendimento os dep\u00f3sitos banc\u00e1rios de origem n\u00e3o comprovada pelo contribuinte no \u00e2mbito de procedimento fiscalizat\u00f3rio e autoriza a cobran\u00e7a do Imposto de Renda (IR) sobre os valores. A decis\u00e3o foi tomada no julgamento do <strong><a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=755839343\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Recurso Extraordin\u00e1rio (RE) 855649<\/a><\/strong>, com repercuss\u00e3o geral reconhecida (Tema 842), na sess\u00e3o virtual encerrada em 30\/4.<\/p>\r\n<p>Prevaleceu, no julgamento, o voto do ministro Alexandre de Moraes pelo desprovimento do recurso, sob o entendimento de que a norma n\u00e3o amplia o fato gerador do tributo e n\u00e3o ofende o direito ao sigilo banc\u00e1rio.<\/p>\r\n<h4><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Origem\"><\/span><b>Origem<\/b><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h4>\r\n<p>O recurso foi interposto contra decis\u00e3o do Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRF-4) que assentou a constitucionalidade do dispositivo, por entender que o montante constitui acr\u00e9scimo patrimonial e, portanto, caracteriza fato gerador do IR. Segundo esse entendimento, n\u00e3o s\u00e3o objeto da tributa\u00e7\u00e3o os valores dos dep\u00f3sitos, mas os rendimentos representados pela movimenta\u00e7\u00e3o financeira do contribuinte, recaindo o tributo sobre acr\u00e9scimo patrimonial n\u00e3o declarado.<\/p>\r\n<p>No STF, o contribuinte argumentou que a lei, ao prever tributa\u00e7\u00e3o de dep\u00f3sitos banc\u00e1rios, estabeleceu novo fato gerador do IR, o que exige a edi\u00e7\u00e3o de lei complementar. Segundo ele, o imposto foi apurado unicamente com base em fato presumido, sem observ\u00e2ncia dos princ\u00edpios da capacidade contributiva, da proporcionalidade e da razoabilidade. Sustentou, ainda, que que teria havido quebra do sigilo banc\u00e1rio sem autoriza\u00e7\u00e3o judicial.<\/p>\r\n<h4><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fato_gerador\"><\/span><b>Fato gerador<\/b><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h4>\r\n<p>Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes argumentou que o artigo 42 da Lei 9.430\/1996 n\u00e3o ampliou o fato gerador do tributo, mas apenas trouxe a possibilidade de impor a cobran\u00e7a quando o contribuinte, embora intimado, n\u00e3o consiga comprovar a origem de seus rendimentos. Na sua avalia\u00e7\u00e3o, pensar de maneira diversa permitiria a veda\u00e7\u00e3o \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o de rendas de origem n\u00e3o comprovada, na contram\u00e3o do sistema tribut\u00e1rio nacional e dos princ\u00edpios da igualdade e da isonomia.<\/p>\r\n<p>O ministro ressaltou que, nos termos do artigo 43 do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN), a regra matriz de incid\u00eancia do IR \u00e9 a aquisi\u00e7\u00e3o ou a disponibilidade de renda ou acr\u00e9scimos patrimoniais. Al\u00e9m disso, o Decreto 9.580\/2018, que regulamenta a cobran\u00e7a do tributo, autoriza as autoridades administrativas a proceder ao lan\u00e7amento de of\u00edcio do Imposto de Renda em raz\u00e3o da omiss\u00e3o de receita nos casos de acr\u00e9scimo patrimonial n\u00e3o justificado, sinais exteriores de riqueza e dep\u00f3sitos banc\u00e1rios n\u00e3o comprovados.<\/p>\r\n<p>No caso dos autos, o ministro observou que a Receita Federal lavrou auto de infra\u00e7\u00e3o por aus\u00eancia de recolhimento do IR, tendo em vista que, ap\u00f3s intima\u00e7\u00e3o, o recorrente n\u00e3o apresentou documentos que comprovassem sua alega\u00e7\u00e3o de que os dep\u00f3sitos se referiam a opera\u00e7\u00f5es de factoring e empr\u00e9stimos que realizava com seus clientes.<\/p>\r\n<h4><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Dever_de_pagar_tributos\"><\/span><b>Dever de pagar tributos<\/b><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h4>\r\n<p>Ao afastar, tamb\u00e9m, a alega\u00e7\u00e3o de quebra de sigilo fiscal, o ministro assinalou que, no julgamento do Recurso Extraordin\u00e1rio (RE) 601314, com repercuss\u00e3o geral (Tema 225), o Plen\u00e1rio entendeu que o compartilhamento dos dados banc\u00e1rios de contribuintes fornecidos diretamente pelos bancos com a Receita Federal n\u00e3o ofende o direito ao sigilo banc\u00e1rio: trata-se de transfer\u00eancia do sigilo da \u00f3rbita banc\u00e1ria para a fiscal, ambas protegidas.<\/p>\r\n<h4><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Inversao_do_onus\"><\/span><b>Invers\u00e3o do \u00f4nus<\/b><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h4>\r\n<p>Em sentido oposto ao entendimento majorit\u00e1rio do Plen\u00e1rio, os ministros Marco Aur\u00e9lio (relator) e Dias Toffoli votaram pelo provimento do recurso. Para o relator, \u00e9 equivocada a presun\u00e7\u00e3o em favor do fisco e a autoriza\u00e7\u00e3o do recolhimento do imposto sobre meros cr\u00e9ditos banc\u00e1rios, sem aprofundamento investigat\u00f3rio, exigindo do contribuinte a produ\u00e7\u00e3o de prova em contr\u00e1rio.<\/p>\r\n<h4><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tese\"><\/span><b>Tese<\/b><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h4>\r\n<p>A tese de repercuss\u00e3o geral fixada foi a seguinte: <span class=\"sigijh_hlt\">\u201cO artigo 42 da Lei 9.430\/1996 \u00e9 constitucional\u201d.<\/span><\/p>\r\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/noticias\/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=465416&amp;ori=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">STF<\/a> &#8211; 05.05.2021<\/p>\r\n<hr \/>\r\n<h4><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Texto_legal_citado_%E2%80%93_Presuncao_de_omissao_de_receita\"><\/span><span class=\"sigijh_hlt\">Texto legal citado\u00a0 &#8211; Presun\u00e7\u00e3o de omiss\u00e3o de receita<\/span><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h4>\r\n<p><strong>LEI N\u00ba 9.430, DE 27 DE DEZEMBRO DE 1996.<\/strong><\/p>\r\n<p>Disp\u00f5e sobre a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria federal, as contribui\u00e7\u00f5es para a seguridade social, o processo administrativo de consulta e d\u00e1 outras provid\u00eancias.<br \/>[&#8230;]<br \/><strong>Dep\u00f3sitos Banc\u00e1rios<\/strong><\/p>\r\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Art. 42. Caracterizam-se tamb\u00e9m omiss\u00e3o de receita ou de rendimento os valores creditados em conta de dep\u00f3sito ou de investimento mantida junto a institui\u00e7\u00e3o financeira, em rela\u00e7\u00e3o aos quais o titular, pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica, regularmente intimado, n\u00e3o comprove, mediante documenta\u00e7\u00e3o h\u00e1bil e id\u00f4nea, a origem dos recursos utilizados nessas opera\u00e7\u00f5es.<\/span><\/strong><\/p>\r\n<p>\u00a7 1\u00ba O valor das receitas ou dos rendimentos omitido ser\u00e1 considerado auferido ou recebido no m\u00eas do cr\u00e9dito efetuado pela institui\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\r\n<p>\u00a7 2\u00ba Os valores cuja origem houver sido comprovada, que n\u00e3o houverem sido computados na base de c\u00e1lculo dos impostos e contribui\u00e7\u00f5es a que estiverem sujeitos, submeter-se-\u00e3o \u00e0s normas de tributa\u00e7\u00e3o espec\u00edficas, previstas na legisla\u00e7\u00e3o vigente \u00e0 \u00e9poca em que auferidos ou recebidos.<\/p>\r\n<p>\u00a7 3\u00ba Para efeito de determina\u00e7\u00e3o da receita omitida, os cr\u00e9ditos ser\u00e3o analisados individualizadamente, observado que n\u00e3o ser\u00e3o considerados:<\/p>\r\n<p style=\"padding-left: 40px;\">I &#8211; os decorrentes de transfer\u00eancias de outras contas da pr\u00f3pria pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica;<\/p>\r\n<p style=\"padding-left: 40px;\">II &#8211; no caso de pessoa f\u00edsica, sem preju\u00edzo do disposto no inciso anterior, os de valor individual igual ou inferior a R$ 1.000,00 (mil reais), desde que o seu somat\u00f3rio, dentro do ano-calend\u00e1rio, n\u00e3o ultrapasse o valor de R$ 12.000,00 (doze mil reais). (Vide Medida Provis\u00f3ria n\u00ba 1.563-7, de 1997) (Vide Lei n\u00ba 9.481, de 1997)<\/p>\r\n<p>\u00a7 4\u00ba Tratando-se de pessoa f\u00edsica, os rendimentos omitidos ser\u00e3o tributados no m\u00eas em que considerados recebidos, com base na tabela progressiva vigente \u00e0 \u00e9poca em que tenha sido efetuado o cr\u00e9dito pela institui\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\r\n<p>\u00a7 5o Quando provado que os valores creditados na conta de dep\u00f3sito ou de investimento pertencem a terceiro, evidenciando interposi\u00e7\u00e3o de pessoa, a determina\u00e7\u00e3o dos rendimentos ou receitas ser\u00e1 efetuada em rela\u00e7\u00e3o ao terceiro, na condi\u00e7\u00e3o de efetivo titular da conta de dep\u00f3sito ou de investimento. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 10.637, de 2002)<\/p>\r\n<p>\u00a7 6o Na hip\u00f3tese de contas de dep\u00f3sito ou de investimento mantidas em conjunto, cuja declara\u00e7\u00e3o de rendimentos ou de informa\u00e7\u00f5es dos titulares tenham sido apresentadas em separado, e n\u00e3o havendo comprova\u00e7\u00e3o da origem dos recursos nos termos deste artigo, o valor dos rendimentos ou receitas ser\u00e1 imputado a cada titular mediante divis\u00e3o entre o total dos rendimentos ou receitas pela quantidade de titulares. (Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 10.637, de 2002)<\/p>\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>STF valida cobran\u00e7a de IR sobre dep\u00f3sitos banc\u00e1rios de origem n\u00e3o comprovada Plen\u00e1rio do Supremo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10613,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16,56,102,121,178],"tags":[],"class_list":["post-8447","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-auditoria-contabil-tributaria","category-c49-crimes-tributarios","category-fraudes","category-imposto-de-renda","category-sigilo-bancario-fiscal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8447","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8447"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8447\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11345,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8447\/revisions\/11345"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10613"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8447"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8447"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8447"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}