{"id":837,"date":"2010-12-21T12:31:06","date_gmt":"2010-12-21T15:31:06","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2010\/12\/21\/normas-de-auditoria-governamental\/"},"modified":"2010-12-21T12:31:06","modified_gmt":"2010-12-21T15:31:06","slug":"normas-de-auditoria-governamental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2010\/12\/21\/normas-de-auditoria-governamental\/","title":{"rendered":"Normas de auditoria governamental"},"content":{"rendered":"<p> \tApesar dos avan&ccedil;os do trabalho de auditoria realizado no setor p&uacute;blico brasileiro, o pa&iacute;s ainda precisa de regras espec&iacute;ficas que garantam os princ&iacute;pios b&aacute;sicos para nortear as a&ccedil;&otilde;es de auditoria aplic&aacute;veis ao controle p&uacute;blico brasileiro. Essa &eacute; a conclus&atilde;o do GNA &ndash; Grupo de Normas de Auditoria do PROMOEX &ndash; Programa de Moderniza&ccedil;&atilde;o do Sistema de Controle Externo dos Estados, Distrito Federal e Munic&iacute;pios brasileiros.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tConfira o &uacute;ltimo artigo dos membros do Grupo:<\/p>\n<p> \t<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-grey ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\">\n<p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">\u00cdndice<\/p>\n<span class=\"ez-toc-title-toggle\"><a href=\"#\" class=\"ez-toc-pull-right ez-toc-btn ez-toc-btn-xs ez-toc-btn-default ez-toc-toggle\" aria-label=\"Alternar tabela de conte\u00fado\"><span class=\"ez-toc-js-icon-con\"><span class=\"\"><span class=\"eztoc-hide\" style=\"display:none;\">Toggle<\/span><span class=\"ez-toc-icon-toggle-span\"><svg style=\"fill: #999;color:#999\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" class=\"list-377408\" width=\"20px\" height=\"20px\" viewBox=\"0 0 24 24\" fill=\"none\"><path d=\"M6 6H4v2h2V6zm14 0H8v2h12V6zM4 11h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2zM4 16h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2z\" fill=\"currentColor\"><\/path><\/svg><svg style=\"fill: #999;color:#999\" class=\"arrow-unsorted-368013\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"10px\" height=\"10px\" viewBox=\"0 0 24 24\" version=\"1.2\" baseProfile=\"tiny\"><path d=\"M18.2 9.3l-6.2-6.3-6.2 6.3c-.2.2-.3.4-.3.7s.1.5.3.7c.2.2.4.3.7.3h11c.3 0 .5-.1.7-.3.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7zM5.8 14.7l6.2 6.3 6.2-6.3c.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7c-.2-.2-.4-.3-.7-.3h-11c-.3 0-.5.1-.7.3-.2.2-.3.5-.3.7s.1.5.3.7z\"\/><\/svg><\/span><\/span><\/span><\/a><\/span><\/div>\n<nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2010\/12\/21\/normas-de-auditoria-governamental\/#Normas_de_auditoria_governamental_%E2%80%93_uma_contribuicao_a_melhoria_do_controle_publico\" >Normas de auditoria governamental &ndash; uma contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; melhoria do controle p&uacute;blico<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Normas_de_auditoria_governamental_%E2%80%93_uma_contribuicao_a_melhoria_do_controle_publico\"><\/span> \t<strong>Normas de auditoria governamental &ndash; uma contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; melhoria do controle p&uacute;blico<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p> \tInaldo da Paix&atilde;o Santos Ara&uacute;jo<\/p>\n<p> \tPaulo Eduardo Panassol<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tA Contabilidade P&uacute;blica passa por significativas mudan&ccedil;as e ganha cada vez mais espa&ccedil;o na gest&atilde;o governamental. Essa transforma&ccedil;&atilde;o decorre da ado&ccedil;&atilde;o facultativa, a partir de 2010, das Normas Brasileiras de Contabilidade T&eacute;cnica &ndash; Setor P&uacute;blico (NBCT &ndash; SP) editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e da converg&ecirc;ncia aos padr&otilde;es internacionais.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tParalelamente a essas a&ccedil;&otilde;es, torna-se oportuno registrar, por importante, que uma silenciosa revolu&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m se materializa no &acirc;mbito do controle p&uacute;blico brasileiro. Refere-se &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o e aprova&ccedil;&atilde;o das Normas Brasileiras de Auditoria Governamental (NAGs).<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tCom efeito, esse processo decorre, fundamentalmente, de projeto desenvolvido no &acirc;mbito dos Tribunais de Contas brasileiros, em face de a&ccedil;&atilde;o conjunta com o Minist&eacute;rio do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o (MPOG), &oacute;rg&atilde;o financiador, e do Instituto Rui Barbosa (IRB).<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tEntre outros aspectos, o IRB, sociedade civil criada pelos Tribunais de Contas, objetiva desenvolver estudos, pesquisas, &ldquo;bem como investigar a organiza&ccedil;&atilde;o e os m&eacute;todos e procedimentos de controles externo e interno para promover o desenvolvimento e o aperfei&ccedil;oamento das atividades&rdquo; desses Tribunais.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tEsse projeto ganha cada vez mais relevo nos dias atuais, pois, nada obstante os avan&ccedil;os alcan&ccedil;ados nos &uacute;ltimos anos na pr&aacute;tica auditorial no setor p&uacute;blico brasileiro, principalmente no que se refere &agrave; auditoria operacional, o Pa&iacute;s ainda carece de normas de auditoria espec&iacute;ficas que visem assegurar os princ&iacute;pios fundamentais, os padr&otilde;es m&iacute;nimos necess&aacute;rios e a sistematiza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de auditoria aplic&aacute;veis ao controle p&uacute;blico brasileiro.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tAs NAGs definem os princ&iacute;pios b&aacute;sicos que devem reger os trabalhos dos Tribunais de Contas. Elas fornecem um enquadramento geral que estabelece procedimentos e pr&aacute;ticas a serem utilizados no planejamento e execu&ccedil;&atilde;o das diferentes atividades de auditoria, bem como na elabora&ccedil;&atilde;o dos relat&oacute;rios e na efetiva&ccedil;&atilde;o dos seus respectivos monitoramentos.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tAs citadas Normas n&atilde;o representam algo novo acerca do controle externo, mas refletem, codificam e padronizam m&eacute;todos de trabalho, que t&ecirc;m evolu&iacute;do ao longo dos anos, principalmente ap&oacute;s a edi&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 e da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), em 2000.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tAs NAGs s&atilde;o baseadas na pr&aacute;tica internacional, tais como as normas de auditoria publicadas pela Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional de Entidades Fiscalizadoras Superiores (INTOSAI), as normas internacionais de auditoria elaboradas pelo Comit&ecirc; Internacional de Pr&aacute;ticas de Auditoria da International Federation of Accountants (IFAC), pelo Government Accountability Office (GAO), pelo Institute of Internal Auditors (IIA) e seu cong&ecirc;nere brasileiro, o Instituto dos Auditores Internos do Brasil (AUDIBRA), pelo Tribunal de Contas da Comunidade Europeia (TCCE), e nas Normas Brasileiras de Contabilidade (NBCs) para a Auditoria Independente, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tA experi&ecirc;ncia adquirida pelos Tribunais de Contas brasileiros na realiza&ccedil;&atilde;o de auditorias p&uacute;blicas tamb&eacute;m se reflete na ess&ecirc;ncia das NAGs.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tEm resumo, esse relevante projeto consiste em disponibilizar meios e recursos necess&aacute;rios para a i) realiza&ccedil;&atilde;o de reuni&otilde;es e encontros t&eacute;cnicos; ii) viabiliza&ccedil;&atilde;o de audi&ecirc;ncia p&uacute;blica, por meio do Portal Nacional dos Tribunais de Contas (www.controlepublico.org.br); iii) discuss&atilde;o com representantes de Tribunais de Contas; iv) consolida&ccedil;&atilde;o e aprova&ccedil;&atilde;o das Normas; v) apresenta&ccedil;&atilde;o aos Membros dos Tribunais de Contas; vi) edi&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de 30.000 exemplares, al&eacute;m de sua ampla divulga&ccedil;&atilde;o em meio eletr&ocirc;nico; e vii) semin&aacute;rios de capacita&ccedil;&atilde;o das NAGs.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tAp&oacute;s ampla e democr&aacute;tica discuss&atilde;o t&eacute;cnica, inclusive com a participa&ccedil;&atilde;o valiosa do CFC, em novembro de 2010, em Manaus, essas normas foram apresentadas a Membros dos Tribunais de Contas presentes no I Simp&oacute;sio Internacional sobre Gest&atilde;o Ambiental e Controle de Contas P&uacute;blicas, uma vez que j&aacute; foram aprovadas ad experimentum pela Associa&ccedil;&atilde;o dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (ATRICON), desde 2007.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \tO momento &eacute; &iacute;mpar, e novos parceiros precisam participar desse empreendimento, devido a sua relev&acirc;ncia e oportunidade para a melhoria do controle p&uacute;blico realizado pelos Tribunais de Contas brasileiros, que, apesar dos significativos progressos verificados nos &uacute;ltimos anos, ainda precisam de aperfei&ccedil;oamentos.<\/p>\n<hr \/>\n<p> \t<strong>Inaldo da Paix&atilde;o Santos Ara&uacute;jo<\/strong><\/p>\n<p> \tAuditor do Tribunal de Contas do Estado Bahia, Professor Universit&aacute;rio, Escritor e Coordenador do Grupo Nacional respons&aacute;vel pelo projeto da elabora&ccedil;&atilde;o das NAGs.<\/p>\n<p> \t<strong>Paulo Eduardo Panassol<\/strong><\/p>\n<p> \tAuditor P&uacute;blico Externo do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, Membro do Grupo Nacional respons&aacute;vel pelo projeto da elabora&ccedil;&atilde;o das NAGs.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<strong>Publicado originalmente em:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.controlepublico.org.br\/index.php\/noticias\/1319-pais-ainda-carece-de-normas-de-auditoria-especificas\">http:\/\/www.controlepublico.org.br<\/a><\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar dos avan&ccedil;os do trabalho de auditoria realizado no setor p&uacute;blico brasileiro, o pa&iacute;s ainda<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-837","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-contabilidade-publica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/837","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=837"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/837\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=837"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=837"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=837"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}