{"id":2690,"date":"2008-10-02T12:11:00","date_gmt":"2008-10-02T12:11:00","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2008\/10\/02\/erros-fiscais-em-2007\/"},"modified":"2008-10-02T12:11:00","modified_gmt":"2008-10-02T12:11:00","slug":"erros-fiscais-em-2007","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2008\/10\/02\/erros-fiscais-em-2007\/","title":{"rendered":"Erros fiscais em 2007"},"content":{"rendered":"<div align=\"right\"><em><strong><span style=\"font-size:130%;\">83% das empresas cometeram erro fiscal em 2007<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family:arial;\">Tributa\u00e7\u00e3o \u00e9 regida por cerca de 5 mil leis, com mudan\u00e7as constantes que chegam a tr\u00eas a cada duas horas<\/span><\/em><\/div>\n<div align=\"right\"><em>Oito em cada dez empresas brasileiras cometeram algum erro fiscal em 2007. Os benef\u00edcios que deixaram de ser utilizados, somente no ICMS, totalizaram R$ 200 milh\u00f5es. Essas s\u00e3o algumas das conclus\u00f5es de um estudo elaborado pelo IOB divulgado nesta semana. Mesmo que a principal causa sejam complexidade e inconsist\u00eancia das Leis do Pa\u00eds, tais situa\u00e7\u00f5es poderiam ser evitadas pelos executivos, o que resultaria em uso mais vantajoso dos cr\u00e9ditos financeiros concedidos pela legisla\u00e7\u00e3o. <\/em><\/div>\n<div align=\"right\"><em>De acordo com o IOB, s\u00e3o cerca de 5 mil leis, com mudan\u00e7as constantes \u2013 que chegam a tr\u00eas a cada duas horas \u2013, o que aumenta muito as chances de erro. \u201cQuando se fala em autua\u00e7\u00f5es fiscais, a primeira id\u00e9ia \u00e9 a de que as irregularidades cometidas s\u00e3o por m\u00e1-f\u00e9. No entanto, o estudo mostra que uma grande parte desses equ\u00edvocos acontece por desconhecimento das leis\u201d, explica o presidente da IOB, Gilberto Fischel. Segundo ele, falta de profissionais atualizados e falta de investimentos nos departamentos fiscais tamb\u00e9m causam erros.<br \/><\/em><\/div>\n<div align=\"right\"><em><strong><\/strong><\/em> <\/div>\n<div align=\"right\"><em><strong>Principais problemas<\/strong><br \/>O estudo do IOB mostra que 82% das empresas t\u00eam cr\u00e9ditos do ICMS n\u00e3o utilizados. \u201cIsso representa cerca de R$ 200 milh\u00f5es de potencial benef\u00edcio n\u00e3o utilizado. Ou seja, essas empresas podem estar pagando mais impostos do que \u00e9 devido. Nesse caso, a empresa perdeu dinheiro\u201d, diz Fischel. Por sua vez, outras 75% utilizaram cr\u00e9ditos de forma indevida, o que pode resultar em autua\u00e7\u00e3o e, igualmente, preju\u00edzo financeiro. <\/em><\/div>\n<div align=\"right\"><em>A an\u00e1lise aponta tamb\u00e9m que 56% das empresas pesquisadas comercializaram com fornecedores ou clientes inabilitados por algum fisco, o que resulta em autua\u00e7\u00e3o. Metade das empresas declararam ter preenchido alguma nota fiscal com erros na classifica\u00e7\u00e3o fiscal ou com a al\u00edquota de IPI divergente da TIPI (Tabela de Incid\u00eancia do Imposto sobre Produtos Industrializados) \u2013 que em 2007 sofreu 216 altera\u00e7\u00f5es. <\/em><\/div>\n<div align=\"right\"><em><\/em> <\/div>\n<div align=\"right\"><em>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.financialweb.com.br\/noticias\/index.asp?cod=51787\" tarfget=\"_&quot;blank&quot;\">Financial Web<\/a><\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>83% das empresas cometeram erro fiscal em 2007 Tributa\u00e7\u00e3o \u00e9 regida por cerca de 5<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[115,160,167,188],"tags":[],"class_list":["post-2690","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-icms","category-planejamento-tributario","category-profissao-contabil","category-tributos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2690","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2690"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2690\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2690"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2690"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2690"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}