{"id":1584,"date":"2015-07-07T04:52:45","date_gmt":"2015-07-07T04:52:45","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2015\/07\/07\/por-que-os-auditores-estao-em-alta-no-mercado\/"},"modified":"2015-07-07T04:52:45","modified_gmt":"2015-07-07T04:52:45","slug":"por-que-os-auditores-estao-em-alta-no-mercado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2015\/07\/07\/por-que-os-auditores-estao-em-alta-no-mercado\/","title":{"rendered":"Por que os auditores est\u00e3o em alta no mercado"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">O n&uacute;mero de empresas no Brasil contratando auditores para investigar suspeitas de fraude e corrup&ccedil;&atilde;o aumentou. Somente a PricewaterhouseCoopers (PwC) atendeu 100 companhias de julho de 2011 a setembro deste ano. &Eacute; quase o dobro do n&uacute;mero de casos registrados nos 15 meses anteriores a esse per&iacute;odo. A KPMG, outra grande firma que opera na &aacute;rea de preven&ccedil;&atilde;o e investiga&ccedil;&atilde;o, registrou um crescimento de 30% na procura por seus auditores entre os meses de janeiro e setembro em rela&ccedil;&atilde;o a todo o ano passado.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">S&atilde;o casos de fraudes internas para beneficiar um grupo de profissionais, de roubos de ativos ou de corrup&ccedil;&atilde;o envolvendo funcion&aacute;rios e agentes p&uacute;blicos. Tradicionalmente, os grandes clientes desse tipo de servi&ccedil;o s&atilde;o as multinacionais, que t&ecirc;m de fornecer relat&oacute;rios &agrave; matriz por causa de exig&ecirc;ncias legais no pa&iacute;s de origem. Nos Estados Unidos, no m&ecirc;s passado, uma reportagem do jornal The Wall Street Journal mostrou que tr&ecirc;s m&uacute;ltis gastaram juntas um total de 456 milh&otilde;es de d&oacute;lares com escrit&oacute;rios de auditoria para investigar e fortalecer seus controles internos na esperan&ccedil;a de conseguir penalidades mais leves, ou mesmo escapar de senten&ccedil;as judiciais severas.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">A Avon, sob alega&ccedil;&atilde;o de que empregados pagavam propinas na China; a Weatherford, de &oacute;leo e g&aacute;s, sob suspeita de viola&ccedil;&atilde;o das leis de exporta&ccedil;&atilde;o na Europa, Iraque e &Aacute;frica; e a rede varejista Walmart, depois de ter sua subsidi&aacute;ria no M&eacute;xico denunciada por pr&aacute;tica de suborno de autoridades p&uacute;blicas para conseguir crescer rapidamente no pa&iacute;s.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">No Brasil, o desfecho dessas investiga&ccedil;&otilde;es muitas vezes &eacute; mantido em sigilo. Os envolvidos s&atilde;o demitidos e o caso &eacute; abafado, embora existam exemplos recentes noticiados pela imprensa (veja quadro Casos Not&oacute;rios). &quot;O trabalho que fazemos &eacute; muito factual. Levantamos evid&ecirc;ncias para algu&eacute;m da empresa julgar, demitir ou afastar os envolvidos. S&atilde;o provas que tamb&eacute;m podem ser usadas na Justi&ccedil;a, se necess&aacute;rio&quot;, diz Jos&eacute; Francisco Compagno, s&oacute;cio e l&iacute;der de investiga&ccedil;&atilde;o de fraudes da consultoria Ernst &amp; Young Terco (EY&amp;T).<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t <!--more-->  \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Atualmente, Jos&eacute; Francisco lidera uma equipe de 50 pessoas. Em 2005, ela tinha apenas cinco profissionais. No ano passado, a EY&amp;T atendeu 70 empresas, quase metade delas brasileiras. Por causa do crescimento na demanda, o time de auditores da PwC, especializados nessa atividade, aumentou de tr&ecirc;s para 32 nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Na KPMG, foram contratados cinco auditores este ano &mdash; a equipe tem atualmente 30.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Segundo Leonardo Lopes, diretor da &aacute;rea de investiga&ccedil;&atilde;o da PwC, em 90% dos casos a exist&ecirc;ncia de corrup&ccedil;&atilde;o &eacute; comprovada. &quot;Apesar de a maioria das suspeitas de fraudes se confirmar, acredito que a quantidade dessas descobertas nem se alterou tanto assim. O que mudou mesmo foi a consci&ecirc;ncia dos acionistas e dos gestores, principalmente aqueles de companhias brasileiras, que est&atilde;o mais atentos aos deslizes dos empregados&quot;, diz Humberto Salicetti, s&oacute;cio e l&iacute;der da &aacute;rea de investiga&ccedil;&atilde;o da KMPG.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Os casos mais comuns est&atilde;o em empresas dos setores farmac&ecirc;utico, de telecomunica&ccedil;&otilde;es, constru&ccedil;&atilde;o civil, infraestrutura e financeiro. Normalmente, basta uma suspeita ou uma den&uacute;ncia an&ocirc;nima para ativar o alerta das companhias e acionar uma investiga&ccedil;&atilde;o interna, que pode custar de 20 000 reais, para um caso simples que dure at&eacute; duas semanas, a 1 milh&atilde;o de reais ou mais, para casos mais complexos de at&eacute; um ano de investiga&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><b>Lei brasileira<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Como se v&ecirc;, esse mercado de investiga&ccedil;&atilde;o tem crescido no Brasil e no mundo, dando tamb&eacute;m mais oportunidade de trabalho a profissionais com diversas forma&ccedil;&otilde;es, principalmente advogados, financistas e engenheiros que lidam com processos internos e normas. Se depender do Projeto de Lei 6 826\/10, de autoria da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, que tramita na C&acirc;mara dos Deputados, a preocupa&ccedil;&atilde;o das companhias por aqui de serem pegas com suspeita de fraude e atos de corrup&ccedil;&atilde;o vai aumentar e os servi&ccedil;os de auditorias investigativas tamb&eacute;m. As firmas que ainda n&atilde;o t&ecirc;m profissionais internos na &aacute;rea respons&aacute;vel por fazer cumprir as normas de conduta, ter&atilde;o de contratar, avaliam os especialistas.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">O projeto, que est&aacute; sob an&aacute;lise de uma comiss&atilde;o especial na C&acirc;mara, responsabiliza administrativa e civilmente as empresas e seus profissionais por atos praticados por qualquer agente ou &oacute;rg&atilde;o que as represente contra a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica (nacional ou estrangeira), com puni&ccedil;&otilde;es severas, como multas de 0,1% a 20% do faturamento bruto anual at&eacute; a suspens&atilde;o tempor&aacute;ria ou dissolu&ccedil;&atilde;o da companhia. Hoje, apenas pessoas f&iacute;sicas s&atilde;o punidas. &quot;Isso reduzir&aacute; muito os casos de corrup&ccedil;&atilde;o, pois n&atilde;o vai adiantar apenas afastar o funcion&aacute;rio, como as empresas est&atilde;o acostumadas a fazer nesses casos. Elas v&atilde;o ser responsabilizadas de qualquer forma&quot;, diz o relator do projeto, o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP). Se aprovado pela comiss&atilde;o, o projeto segue direto para avalia&ccedil;&atilde;o do Senado.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Entretanto, um movimento endossado pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) trabalha para que ele seja revisto e votado pelo plen&aacute;rio da C&acirc;mara antes disso. Se acontecer, a previs&atilde;o &eacute; de que o projeto n&atilde;o vire lei por mais um ano. &quot;Questionamos a falta de defesa por parte da empresa, que o projeto ignora impondo uma culpa presumida&quot;, diz S&eacute;rgio Campinho, advogado da CNI. O projeto de lei &eacute; uma resposta do Brasil &agrave; conven&ccedil;&atilde;o anticorrup&ccedil;&atilde;o da Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE), de 1997. Dos 33 pa&iacute;ses signat&aacute;rios, o Brasil &eacute; um dos tr&ecirc;s, ao lado da Argentina e Irlanda, que ainda n&atilde;o t&ecirc;m legisla&ccedil;&atilde;o sobre o assunto. O projeto brasileiro se espelha na americana FCPA e na inglesa UK Bribery &ndash; leis estrangeiras que punem delitos de fraude corporativa.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">O n&uacute;mero de empresas com c&oacute;digos r&iacute;gidos ainda &eacute; pequeno. Das 1 400 companhias associadas ao Instituto Ethos, pouco mais de 200 assinaram um pacto para a instala&ccedil;&atilde;o de c&oacute;digos de &eacute;tica e condutas. &quot;Um c&oacute;digo &eacute; um in&iacute;cio importante. Passa a mensagem para aprofundar o assunto, depois qualificar e treinar os funcion&aacute;rios para esse risco, atuando tamb&eacute;m na cadeia que lhe presta servi&ccedil;o&quot;, diz Jorge Abrah&atilde;o, presidente do Instituto Ethos.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Se j&aacute; est&aacute; demonstrado que a corrup&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; um fen&ocirc;meno restrito ao Brasil, e que os avan&ccedil;os das rela&ccedil;&otilde;es internacionais e a intensifica&ccedil;&atilde;o da globaliza&ccedil;&atilde;o elevaram o risco de fraude, identificar situa&ccedil;&otilde;es de atos suspeitos &eacute; primordial para um profissional que n&atilde;o quer se envolver e arriscar sua carreira. Manter as conversas estritamente profissionais nas negocia&ccedil;&otilde;es, principalmente nas rela&ccedil;&otilde;es com o poder p&uacute;blico, &eacute; uma maneira de se defender.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><b>Casos not&oacute;rios<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">A demiss&atilde;o de altos executivos por envolvimento em corrup&ccedil;&atilde;o &eacute; comum no exterior e tem se tornado mais corriqueiro no Brasil. Veja alguns deles:<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">O ex-presidente da Siemens no Brasil, Adilson Primo, de 59 anos, foi demitido em outubro de 2011. A multinacional alem&atilde; declarou que afastou Adilson depois que uma investiga&ccedil;&atilde;o interna descobriu &quot;graves contraven&ccedil;&otilde;es das diretrizes&quot; da companhia. A investiga&ccedil;&atilde;o teria detectado desvio 6,5 milh&otilde;es de euros. Adilson se diz injusti&ccedil;ado.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">O presidente da TIM Brasil, Luca Luciani, renunciou ao cargo em maio de 2012. O executivo era alvo de investiga&ccedil;&atilde;o movida pela pr&oacute;pria empresa e tamb&eacute;m por autoridades italianas envolvendo falsifica&ccedil;&atilde;o de chips de telefonia m&oacute;vel pr&eacute;-pagos entre 2005 e 2007, na It&aacute;lia.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">O ex-controlador do Banco Santos, Edemar Cid Ferreira , condenado em 2006 em primeira inst&acirc;ncia a 21 anos de pris&atilde;o por crimes financeiros, forma&ccedil;&atilde;o de quadrilha e lavagem de dinheiro, ap&oacute;s auditoria descobrir que o d&eacute;ficit patrimonial (diferen&ccedil;a entre d&iacute;vidas e os bens e cr&eacute;ditos) seria de 700 milh&otilde;es de reais.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Em 2001, a Enron, empresa americana de energia, pediu concordata, ap&oacute;s den&uacute;ncias de fraude cont&aacute;bil. David Duncan , auditor e s&oacute;cio da Arthur Andersen, era o respons&aacute;vel pelos balan&ccedil;os. A Enron encerrou sua opera&ccedil;&atilde;o em 2002. David foi preso tr&ecirc;s anos depois. J&aacute; a Arthur Andersen foi desmembrada e vendida para concorrentes do mercado nos anos seguintes.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><i>Da VOC&Ecirc; S\/A<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Fonte: Exame.com, via <a href=\"http:\/\/blogdosped.blogspot.com.br\/2015\/07\/por-que-os-auditores-estao-em-alta-no.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Blog do SPED<\/a><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n&uacute;mero de empresas no Brasil contratando auditores para investigar suspeitas de fraude e corrup&ccedil;&atilde;o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[167],"tags":[],"class_list":["post-1584","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-profissao-contabil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1584","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1584"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1584\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1584"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1584"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1584"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}