{"id":1387,"date":"2013-01-31T11:53:07","date_gmt":"2013-01-31T14:53:07","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2013\/01\/31\/ifrs-verborragia-e-redundancia\/"},"modified":"2013-01-31T11:53:07","modified_gmt":"2013-01-31T14:53:07","slug":"ifrs-verborragia-e-redundancia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2013\/01\/31\/ifrs-verborragia-e-redundancia\/","title":{"rendered":"IFRS: Verborragia e Redund\u00e2ncia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Preocupadas em atender &agrave;s exig&ecirc;ncias dos&nbsp;<em>International Financial Reporting Standards<\/em> (IFRS) e evitar pux&otilde;es de orelha dos &oacute;rg&atilde;os reguladores, as empresas brasileiras t&ecirc;m cometido um erro prim&aacute;rio em seus balan&ccedil;os: est&atilde;o confundindo quantidade com qualidade. Atualmente, p&aacute;ginas e p&aacute;ginas das demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras s&atilde;o gastas com a produ&ccedil;&atilde;o de notas explicativas. Criadas para complementar as demonstra&ccedil;&otilde;es cont&aacute;beis em t&oacute;picos que necessitam de esclarecimentos extras, elas sofrem atualmente de verborragia a redund&acirc;ncia. O excesso de &quot;explica&ccedil;&otilde;es&quot; tem incomodado os investidores e o pr&oacute;prio Comit&ecirc; de Pronunciamentos Cont&aacute;beis (CPC), respons&aacute;vel por adaptar as normas brasileiras de contabilidade aos IFRS. O &oacute;rg&atilde;o, em parceria com o Comit&ecirc; de Orienta&ccedil;&atilde;o para Divulga&ccedil;&atilde;o ao Mercado (Codim), inaugurou, em 2012, um grupo de trabalho (GT) para discutir a forma que as notas explicativas v&ecirc;m sendo elaboradas.<\/p>\n<p> \t&quot;Estamos tirando uma fotografia da situa&ccedil;&atilde;o dos balan&ccedil;os&quot;, conta Edison Arisa, coordenador t&eacute;cnico do CPC. O objetivo &eacute; que, com esse diagn&oacute;stico em m&atilde;os, o grupo proponha sugest&otilde;es para tornar as notas explicativas mais informativas e concisas. Os resultados do estudo, ainda sem previs&atilde;o de apresenta&ccedil;&atilde;o, servir&atilde;o de insumo para o desenvolvimento de um pronunciamento de orienta&ccedil;&atilde;o do Codim sobre melhores pr&aacute;ticas de divulga&ccedil;&atilde;o de notas explicativas, afirma o coordenador do comit&ecirc;, Haroldo Levy. O grupo defende que as notas divulguem apenas fatos relevantes novos e informa&ccedil;&otilde;es complementares &agrave;s publicadas anteriormente. Dados apresentados em per&iacute;odos anteriores poderiam ser encontrados com um simples direcionamento para o local onde se encontram.<\/p>\n<p> \tNa opini&atilde;o de Eliseu Martins, professor da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP) e um dos maiores especialistas brasileiros em IFRS, a nota explicativa &quot;s&oacute; deve conter o que interfere diretamente no processo de investimento&quot;. O problema &eacute; que algumas companhias t&ecirc;m dado as costas para essa premissa. &quot;Muitas notas explicativas dizem em dez par&aacute;grafos o que poderia estar escrito em duas linhas&quot;, critica Reginaldo Alexandre, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).<\/p>\n<p> \t&quot;Os melhores manuais de IFRS s&atilde;o as notas explicativas. Em geral, elas trazem a norma cont&aacute;bil, e n&atilde;o a pr&aacute;tica&quot; O v&iacute;cio das empresas de colocarem nas notas explicativas uma c&oacute;pia das normas dos IFRS estaria presente em diversas demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras, como observa Edison Fernandes, advogado e s&oacute;cio do escrit&oacute;rio Fernandes, Figueiredo Advogados. &quot;Os melhores manuais de IFRS s&atilde;o as notas explicativas das empresas. Em geral, elas trazem a norma cont&aacute;bil, e n&atilde;o a pr&aacute;tica, como deveria ser&quot;, ressalta.<\/p>\n<p> \tAs notas longas demais e pouco elucidativas s&atilde;o, em alguns casos, incentivadas pelos pr&oacute;prios contadores e auditores. Com medo de repres&aacute;lias dos reguladores, esses profissionais preferem pecar pelo excesso. &quot;Muitas vezes, &eacute; melhor deixar a informa&ccedil;&atilde;o do que, depois, ter de justificar sua aus&ecirc;ncia&quot;, diz Bruce Mescher, s&oacute;cio-l&iacute;der de Global IFRS and Offerings Services (GIOS) da Deloitte. Procurada pela reportagem, a Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CVM) ressaltou que a Instru&ccedil;&atilde;o 485, que exige a apresenta&ccedil;&atilde;o das demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras consolidadas em IFRS, visa a aprimorar a relev&acirc;ncia dos balan&ccedil;os, e n&atilde;o, necessariamente, seu tamanho.<\/p>\n<p> \tEssas situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o amplificadas tamb&eacute;m pelo &quot;copia e cola&quot; de modelos-padr&atilde;o de demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras produzidos por empresas de auditoria e baixados na internet pelas empresas. Apesar de essas publica&ccedil;&otilde;es deixarem claro que as notas explicativas exemplificadas ali podem precisar de adapta&ccedil;&otilde;es ou complementos, uma vez que o modelo n&atilde;o abrange as particularidades de cada companhia e nem da norma cont&aacute;bil, as companhias preferem ir pelo caminho mais f&aacute;cil e, simplesmente, replicar o que trazem esses documentos. &quot;Isso acontece muito na divulga&ccedil;&atilde;o dos CPCs 38, 39 e 40 (correspondentes aos IAS 32, IAS 39 e IFRS 7), que lidam com instrumentos financeiros de bancos e afins&quot;, comenta Paul Sutcliffe, s&oacute;cio de auditoria da Ernst &amp; Young Terco. Ele pondera que as falhas observadas nas notas explicativas n&atilde;o s&atilde;o culpa apenas das companhias e dos auditores. &quot;Os analistas de investimento reclamam, mas, quando pedimos que listem o que n&atilde;o gostariam de ver, eles n&atilde;o sabem dizer&quot;, queixa-se.<\/p>\n<p> \tPara aferir um dado mais abrangente de como os IFRS impactaram o tamanho dos balan&ccedil;os, a Capital Aberto mediu a diferen&ccedil;a de tamanho, em n&uacute;mero de palavras, das notas explicativas das empresas emissoras dos dez pap&eacute;is mais negociados do Ibovespa entre 2008 (&uacute;ltimo ano antes da transi&ccedil;&atilde;o &agrave;s normas internacionais) e 2011 (primeiro ano das demonstra&ccedil;&otilde;es em IFRS no Pa&iacute;s). As companhias selecionadas foram Petrobras, Vale, PDG Realty, Ita&uacute; Unibanco, Usiminas, Ita&uacute;sa, OGX, Banco do Brasil, CCR e MRV. As notas, em m&eacute;dia, aumentaram 40% de 2008 para 2011. A demonstra&ccedil;&atilde;o da Petrobras foi a &uacute;nica que diminuiu no per&iacute;odo &mdash; 23%.<\/p>\n<p> \tFALTA HARMONIA &mdash; Al&eacute;m da discuss&atilde;o sobre o tamanho das notas, h&aacute; o debate quanto &agrave; forma. Durante o processo de reda&ccedil;&atilde;o dos demonstrativos, &eacute; comum que mais de um departamento se envolva no trabalho. Essa din&acirc;mica, no entanto, pode resultar na falta de uniformidade do conte&uacute;do divulgado. &quot;Muitas vezes, o departamento cont&aacute;bil terceiriza a produ&ccedil;&atilde;o da nota para o jur&iacute;dico, que confunde a demonstra&ccedil;&atilde;o financeira com um relat&oacute;rio legal&quot;, explica Sutcliffe.<\/p>\n<p> \tA dificuldade das empresas em escreverem uma boa nota explicativa tamb&eacute;m est&aacute; ligada ao processo de adapta&ccedil;&atilde;o do mercado brasileiro &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras no novo padr&atilde;o cont&aacute;bil. Diferentemente do modelo de contabilidade antigo, baseado em regras predefinidas, os IFRS exigem do emissor do balan&ccedil;o uma an&aacute;lise sobre a ess&ecirc;ncia econ&ocirc;mica das transa&ccedil;&otilde;es. Para justificar as decis&otilde;es tomadas, os contadores podem estar dando mais voltas que o necess&aacute;rio.<\/p>\n<p> \tPROBLEMA GENERALIZADO &mdash; Mesmo na Europa, onde os IFRS est&atilde;o vigentes h&aacute; mais tempo, as notas explicativas v&ecirc;m dando trabalho. &quot;O excesso tem tornado cada vez mais dif&iacute;cil para os investidores usar as informa&ccedil;&otilde;es contidas nas notas explicativas para apoiar suas decis&otilde;es de investimento&quot;, salienta o relat&oacute;rio <em>Towards a Disclosure Framework for the Notes<\/em> &mdash; <em>Discussion Paper<\/em>, publicado pelo <em>European Financial Reporting Advisory Group<\/em> (Efrag), em julho de 2012. O &oacute;rg&atilde;o estuda criar um organograma que norteie o processo de produ&ccedil;&atilde;o das notas explicativas, tornando-as mais explicativas, concisas e compar&aacute;veis.<\/p>\n<p> \tNo fim de janeiro, o<em>International Accounting Standards Board<\/em> (Iasb), respons&aacute;vel por emitir as normas dos IFRS, tamb&eacute;m promoveu uma reuni&atilde;o em Londres para discutir como tornar os relat&oacute;rios financeiros mais claros. Uma das solu&ccedil;&otilde;es propostas seria adotar uma linguagem mais simples para a produ&ccedil;&atilde;o das notas explicativas. Na vis&atilde;o do Iasb, alguns problemas devem ser examinados, dentre eles: o aspecto de &quot;nota de rodap&eacute;&quot; que as notas explicativas ganharam; a crescente complexidade que tomou os balan&ccedil;os nos &uacute;ltimos anos; a dificuldade das empresas para materializar seus ju&iacute;zos de relev&acirc;ncia; as medidas de seguran&ccedil;a tomadas pelos auditores, que acabam inflando o documento; e o pouco tempo que as companhias t&ecirc;m para produzir a demonstra&ccedil;&atilde;o. Um levantamento realizado pelo Iasb evidenciou que a principal queixa dos leitores das demonstra&ccedil;&otilde;es cont&aacute;beis &eacute; a pouca vontade dos emissores de exclu&iacute;rem informa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o materiais de seus balan&ccedil;os. Al&eacute;m disso, h&aacute; a percep&ccedil;&atilde;o de que as companhias, os auditores e os reguladores encaram a prepara&ccedil;&atilde;o dos relat&oacute;rios financeiros como uma obriga&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o como um meio de comunica&ccedil;&atilde;o com os investidores.<\/p>\n<p> \tA proposta vai ao encontro de uma iniciativa antiga da <em>Securities and Exchange Commission<\/em> (SEC), que visava a introduzir o &quot;<em>plain English<\/em>&quot; (ingl&ecirc;s claro) nas informa&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas prestadas pelas companhias. Em 1998, o xerife do mercado norte-americano chegou a publicar o documento A <em>Plain English Handbook<\/em>: <em>How to create clear SEC disclosure documents<\/em>, cujo pref&aacute;cio &eacute; escrito pelo or&aacute;culo dos investimentos Warren Buffett. &emsp;<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p> \tFonte: Isabel Sales em <a href=\"http:\/\/contabilidadefinanceira.blogspot.com.br\/2013\/01\/ifrs-verborragia-e-redundancia.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Contabilidade Financeira<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Preocupadas em atender &agrave;s exig&ecirc;ncias dos&nbsp;International Financial Reporting Standards (IFRS) e evitar pux&otilde;es de orelha<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14],"tags":[],"class_list":["post-1387","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-analise-de-balanco"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - 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