{"id":1308,"date":"2012-09-05T04:09:55","date_gmt":"2012-09-05T04:09:55","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2012\/09\/05\/4-erros-fatais-para-as-financas-de-uma-empresa\/"},"modified":"2012-09-05T04:09:55","modified_gmt":"2012-09-05T04:09:55","slug":"4-erros-fatais-para-as-financas-de-uma-empresa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2012\/09\/05\/4-erros-fatais-para-as-financas-de-uma-empresa\/","title":{"rendered":"4 erros fatais para as finan\u00e7as de uma empresa"},"content":{"rendered":"<p> \t<strong style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; \">1. N&atilde;o saber o quanto cobrar<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">Determinar o pre&ccedil;o correto do produto ou servi&ccedil;o &eacute; fundamental para um neg&oacute;cio. As empresas n&atilde;o t&ecirc;m como cobrar um pre&ccedil;o diferente do mercado, mas existe uma liberdade para cobrar pre&ccedil;os diferenciados em mercados de concorr&ecirc;ncia imperfeita. Cobrar um pre&ccedil;o alto resulta em baixas vendas, mas pre&ccedil;os muito baixos representam tamb&eacute;m perda de lucro.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">Muitos empres&aacute;rios acham que o pre&ccedil;o de um produto nada mais &eacute; que uma margem de lucro em cima dos custos de produ&ccedil;&atilde;o, mas a forma correta de determinar o pre&ccedil;o a ser cobrado por um produto envolve medir o quanto os consumidores est&atilde;o dispostos a pagar. V&aacute;rias empresas, como Apple e Ford, mant&ecirc;m estrat&eacute;gias de pre&ccedil;os que se baseiam na demanda e n&atilde;o somente nos custos de produ&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \"><strong>2. Achar que o olho do dono engorda o gado<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">A ideia de que um neg&oacute;cio s&oacute; pode ser bem gerido se o dono estiver presente a todo momento torna o empres&aacute;rio ref&eacute;m do pr&oacute;prio neg&oacute;cio. F&eacute;rias, fam&iacute;lia e lazer ficam em segundo plano, e a prioridade passa a ser somente a empresa, com custos, vendas e problemas do dia-a-dia consumindo o tempo e a mente do empreendedor.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">O ideal &eacute; que o empres&aacute;rio saiba investir em mecanismos de controle, gest&atilde;o e monitoramento que permitam que a empresa sobreviva sem a sua presen&ccedil;a. No come&ccedil;o do empreendimento, a dedica&ccedil;&atilde;o do empres&aacute;rio vai ser intensa, mas &agrave; medida que a empresa se sofistica deve conseguir caminhar com as pr&oacute;prias pernas.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \"><strong>3. Ter medo do crescimento<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">Muitos pequenos empres&aacute;rios consideram que o crescimento &eacute; arriscado e tendem a ser cautelosos em investir na expans&atilde;o dos seus neg&oacute;cios. Essa timidez em rela&ccedil;&atilde;o ao crescimento revela uma avers&atilde;o ao risco que &eacute; pouco condizente com o esp&iacute;rito empreendedor, e tem duas origens: a necessidade de controlar todos os processos da empresa e o medo de enfrentar o desafio de lidar com as dores do crescimento. Muitos perdem oportunidades de neg&oacute;cios por n&atilde;o querer lidar com os desafios de um crescimento acelerado.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \"><strong>4. Falta de profissionaliza&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">Certa vez, a esposa do fundador de uma empresa e gerente financeira revelou, orgulhosa, que todas as contas da empresa estavam na sua cabe&ccedil;a e que ela conseguia gerenciar os fluxos de pagamentos e recebimentos da companhia, que faturava mais de 40 milh&otilde;es de reais ao ano, usando um caderno. Este n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico e talvez nem seja o pior caso de falta de profissionaliza&ccedil;&atilde;o em empresas de pequeno e m&eacute;dio porte.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">A relut&acirc;ncia em remunerar bons profissionais e de colocar em pr&aacute;tica sistemas profissionais de gest&atilde;o, o atraso no pagamento de tributos e a falta de indicadores financeiros e sistemas de informa&ccedil;&atilde;o adequados s&atilde;o sintomas claros de uma empresa mal administrada. Uma companhia deste tipo pode at&eacute; ser bem-sucedida, mas certamente a profissionaliza&ccedil;&atilde;o empresarial resultaria em uma maior probabilidade de sucesso e resultados.<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p> \t<strong style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; \">Rodrigo Zeidan&nbsp;<\/strong><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; \">&eacute; especialista em finan&ccedil;as e professor da Funda&ccedil;&atilde;o Dom Cabral, via <\/span><a href=\"http:\/\/jornalcontabil.com.br\/v5\/?p=2450\" style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; \" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jornal Cont&aacute;bil<\/a><\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. 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