{"id":1266,"date":"2012-07-03T15:41:21","date_gmt":"2012-07-03T18:41:21","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2012\/07\/03\/falta-informacao-nos-relatorios-corporativos\/"},"modified":"2012-07-03T15:41:21","modified_gmt":"2012-07-03T18:41:21","slug":"falta-informacao-nos-relatorios-corporativos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2012\/07\/03\/falta-informacao-nos-relatorios-corporativos\/","title":{"rendered":"Falta informa\u00e7\u00e3o nos relat\u00f3rios corporativos"},"content":{"rendered":"<p> \t&nbsp;<\/p>\n<div style=\"margin-left: 320px; \"> \t<em><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; \">Pesquisa da Deloitte apontou pouca padroniza&ccedil;&atilde;o e poucos dados de estrat&eacute;gias de longo prazo, governan&ccedil;a e riscos<\/span><\/em><\/div>\n<div> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: right; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">por Mar&iacute;lia Almeida<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: right; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">Brasileconomico<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: right; \"> \tvia <a href=\"http:\/\/www.4mail.com.br\/Artigo\/Display\/015543063726530\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">FENACON<\/a><\/div>\n<div> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">Faltam informa&ccedil;&otilde;es nos relat&oacute;rios oferecidos pelas empresas a seus investidores. Esta &eacute; a vis&atilde;o de 51% dos profissionais da &aacute;rea de rela&ccedil;&otilde;es com investidores de 42 empresas brasileiras (67% delas com receita de mais de R$ 1 bilh&atilde;o), ouvidos pela Deloitte e o Instituto Brasileiro de Rela&ccedil;&otilde;es com Investidores (Ibri) entre abril e maio deste ano. Apesar de 49% dos profissionais apontarem que as informa&ccedil;&otilde;es contidas nos relat&oacute;rios s&atilde;o suficientes, 31% dizem que poderia haver mais qualidade e 15% mais acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es, enquanto 5% acreditam que n&atilde;o s&atilde;o suficientes.<\/span><\/span><\/div>\n<div> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">Entre as cr&iacute;ticas, informa&ccedil;&otilde;es extensas e que n&atilde;o dizem muito, falta de padroniza&ccedil;&atilde;o e informa&ccedil;&otilde;es sobre estrat&eacute;gias de longo prazo, governan&ccedil;a corporativa e gerenciamento de risco da empresa. Bruce Mescher, s&oacute;cio da Deloitte, aponta que, ap&oacute;s a introdu&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o internacional de contabilidade (IFRS) e dos formul&aacute;rios de refer&ecirc;ncia no pa&iacute;s, que deram maior transpar&ecirc;ncia aos relat&oacute;rios, &eacute; hora de melhorar a qualidade das informa&ccedil;&otilde;es. Para Ricardo Florence, diretor-presidente do Ibri, a tend&ecirc;ncia &eacute; que os relat&oacute;rios fiquem mais objetivos. &ldquo;&Eacute; necess&aacute;rio entender a demanda dos investidores.&rdquo; A pesquisa mostrou que a maioria das empresas apresentam relat&oacute;rios extensos. Entre as ouvidas, 55% t&ecirc;m relat&oacute;rios com mais de 75 p&aacute;ginas. &ldquo;Os analistas podem n&atilde;o ter tempo de ler tudo isso. D&aacute; para passar a mensagem ao mercado em menos p&aacute;ginas&rdquo;, recomenda Mescher.<\/span><\/span><\/div>\n<div> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">Entre as informa&ccedil;&otilde;es que merecem destaque no relat&oacute;rio, governan&ccedil;a corporativa &eacute; citada por apenas 36%; mensagem ao mercado, por 33%; e informa&ccedil;&otilde;es sobre sustentabilidade, por 26%. &ldquo;S&atilde;o assuntos em ascens&atilde;o, que devem ganhar import&acirc;ncia daqui para a frente&rdquo;, lembra Mescher. Entre os entrevistados, 62% afirmam que publicam relat&oacute;rios de sustentabilidade, percentual maior do que a m&eacute;dia mundial (55%). Entre eles, 79% adotam as normas propostas pelo Global Report Initiative (GRI), e 17% se baseiam nas normas do Instituto Brasileiro de An&aacute;lises Sociais e Econ&ocirc;micas (Ibase). Das empresas que n&atilde;o publicam o relat&oacute;rio de sustentabilidade, 17% pretendem public&aacute;-lo. &ldquo;H&aacute; um amadurecimento do mercado. O Brasil criou uma cultura com rela&ccedil;&atilde;o ao relat&oacute;rio de sustentabilidade&rdquo;, diz Mescher.<\/span><\/span><\/div>\n<div> \t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; \">O n&uacute;mero cai para 58% quando se trata de relat&oacute;rios que integram o documento financeiro e administrativo com informa&ccedil;&otilde;es sobre sustentabilidade e a&ccedil;&otilde;es sociais. Mas Mescher estima que este n&uacute;mero seja ainda menor. &ldquo;Eles s&atilde;o integrados de acordo com as pr&oacute;prias defini&ccedil;&otilde;es das empresas. Mas n&atilde;o basta &lsquo;juntar&rsquo; relat&oacute;rios. Tem que resumir e harmonizar informa&ccedil;&otilde;es&rdquo;. Os que n&atilde;o utilizam a integra&ccedil;&atilde;o, mas querem implement&aacute;-la, somam 13%. No ano que vem, deve ser criado um modelo para relat&oacute;rios integrados pelo IIRC, iniciativa global liderada pelo pr&iacute;ncipe Charles, o que deve impulsionar a sua implementa&ccedil;&atilde;o e padroniza&ccedil;&atilde;o nas empresas. Apesar de representativo, o n&uacute;mero de participantes da pesquisa ainda &eacute; pequeno perto das cerca de 400 empresas listadas na bolsa. Mas isso n&atilde;o surpreende Mescher. &ldquo;A discuss&atilde;o sobre o relat&oacute;rio de sustentabilidade levou tempo para chegar ao patamar atual. E o Brasil acabou de dar um passo importante para desenvolver relat&oacute;rios ao implementar o IFRS. &Eacute; natural que leve tempo para o mercado amadurecer com rela&ccedil;&atilde;o a boas pr&aacute;ticas nos relat&oacute;rios.&rdquo;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \"> \t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/4mail.com.br\/Foto\/Preview\/411\" style=\"height: 400px; width: 900px; \" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; \">\n<hr \/><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Pesquisa da Deloitte apontou pouca padroniza&ccedil;&atilde;o e poucos dados de estrat&eacute;gias de longo prazo,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14],"tags":[],"class_list":["post-1266","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-analise-de-balanco"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1266"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1266"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1266"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1266"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}