{"id":1117,"date":"2011-10-10T04:30:04","date_gmt":"2011-10-10T04:30:04","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/10\/10\/a-contabilidade-de-custos-e-o-fisco\/"},"modified":"2011-10-10T04:30:04","modified_gmt":"2011-10-10T04:30:04","slug":"a-contabilidade-de-custos-e-o-fisco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/10\/10\/a-contabilidade-de-custos-e-o-fisco\/","title":{"rendered":"A contabilidade de custos e o Fisco"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"> \t<span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">por&nbsp;Celso Rocha<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"> \t<a href=\"https:\/\/conteudoclippingmp.planejamento.gov.br\/cadastros\/noticias\/2011\/10\/7\/a-contabilidade-de-custos-e-o-fisco\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-size: 12px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Valor Econ&ocirc;mico<\/span><\/span><\/a><\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">A contabilidade no Brasil &eacute; fortemente influenciada pela Receita Federal, que por meio de decretos e leis, dita regras relativas a crit&eacute;rios de mensura&ccedil;&atilde;o em desacordo com os princ&iacute;pios e normas cont&aacute;beis.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Uma dessas regras corresponde &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o dos estoques e apura&ccedil;&atilde;o do custo dos produtos vendidos, procedimentos dos mais importantes na determina&ccedil;&atilde;o do lucro das empresas.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">A Receita Federal do Brasil pelo Regulamento do Imposto de Renda determina que os estoques devam ser avaliados pelo sistema de custos, de acordo com os princ&iacute;pios e conven&ccedil;&otilde;es cont&aacute;beis. As empresas que n&atilde;o mant&ecirc;m o sistema cont&aacute;bil de custos, avaliam seus estoques por valores arbitrados.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Como o primeiro procedimento &eacute; obrigat&oacute;rio somente para as sociedades an&ocirc;nimas de capital aberto, a maioria das empresas avalia seus estoques de mat&eacute;rias-primas, produtos em processo e produtos acabados, pelos valores arbitrados pela legisla&ccedil;&atilde;o fiscal.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Por exemplo, um produto acabado cujo maior pre&ccedil;o de venda &eacute; de R$ 1.000,00, tem seu custo arbitrado em 70% desse valor, ou seja R$ 700,00.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Esse procedimento n&atilde;o se configura como sistema cont&aacute;bil de custos. &Eacute; uma f&oacute;rmula matem&aacute;tica criada pela Receita Federal para padronizar a avalia&ccedil;&atilde;o dos estoques e nada tem a ver com contabilidade e com custos reais de produ&ccedil;&atilde;o. A Receita Federal, na &acirc;nsia de tributar, reduziu a contabilidade de custos a um mero instrumento para atingir seus objetivos.<br \/> \t&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Os esfor&ccedil;os do Conselho Federal de Contabilidade para dar &agrave; contabilidade de custos seu verdadeiro significado sempre foram em v&atilde;o.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Somente agora, com a ado&ccedil;&atilde;o pelo Brasil das normas internacionais de contabilidade, a avalia&ccedil;&atilde;o dos estoques por valores arbitrados n&atilde;o &eacute; mais aceita. Com a ado&ccedil;&atilde;o das normas internacionais, a contabilidade societ&aacute;ria foi desvinculada da contabilidade fiscal.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Dessa forma, todas empresas independente da receita e do regime tribut&aacute;rio, devem avaliar seus estoques atrav&eacute;s da contabilidade de custos, pelo sistema cont&aacute;bil de custos.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">A obrigatoriedade n&atilde;o &eacute; por for&ccedil;a de lei e sim por regulamenta&ccedil;&atilde;o da profiss&atilde;o cont&aacute;bil, cujo poder de fiscaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; do Conselho Federal de Contabilidade. Assim, o contador que n&atilde;o cumpri-las, ficar&aacute; sujeito &agrave;s penalidades previstas como advert&ecirc;ncia, multa, suspens&atilde;o e at&eacute; cassa&ccedil;&atilde;o do registro cont&aacute;bil<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">O contador tamb&eacute;m deve observar o Regime Tribut&aacute;rio Transit&oacute;rio, criado pela Receita Federal para neutralizar os efeitos tribut&aacute;rios da ado&ccedil;&atilde;o das novas normas, at&eacute; que se possa regular definitivamente o modo de integra&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria com os novos m&eacute;todos e crit&eacute;rios internacionais de contabilidade.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Na verdade, a Contabilidade de Custos sempre existiu. &Eacute; o ramo da Contabilidade Geral ou Financeira que trata da apropria&ccedil;&atilde;o dos gastos incorridos aos produtos fabricados.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Nada mais natural que ap&oacute;s a contabiliza&ccedil;&atilde;o dos gastos, eles serem transferidos, atrav&eacute;s dos rateios, aos produtos em elabora&ccedil;&atilde;o e aos produtos fabricados, formando o estoque de Produtos em Processo e Produtos Acabados.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Assim, quando a venda do produto &eacute; efetuada, a receita &eacute; confrontada com o custo real do produto fabricado, para se obter o lucro verdadeiro.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Os procedimentos das normas internacionais de contabilidade, como avaliar os estoques por valor presente, calcular custos com base na capacidade normal de produ&ccedil;&atilde;o e reconhecer como despesas custos indiretos de produ&ccedil;&atilde;o, permitem a utilizar os relat&oacute;rios cont&aacute;beis para tomar de decis&otilde;es como analisar a rentabilidade por produto, otimizar a capacidade produtiva, formar pre&ccedil;o de venda, planejar a produ&ccedil;&atilde;o e maximizar o lucro.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Aqueles que criticam as normas internacionais de contabilidade como incentivadoras de ingresso de capitais especulativos nas empresas, est&atilde;o equivocados. Na realidade o que as normas internacionais procuram demonstrar &eacute; a contabilidade verdadeira, sem influ&ecirc;ncia da interven&ccedil;&atilde;o do Estado.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Assim, as atribui&ccedil;&otilde;es do contador, que sempre estiveram associados a pagamento de impostos, passam a ser de gerador de relat&oacute;rios cont&aacute;beis que ir&atilde;o posicionar o gestor, como os neg&oacute;cios da sua empresa est&atilde;o se portando, qual o grau de endividamento, a capacidade de solv&ecirc;ncia etc.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Portanto, &eacute; fundamental que a Receita Federal do Brasil reconhe&ccedil;a as normas internacionais de contabilidade, eliminando os ajustes fiscais, cujos controles tornam-se cada vez mais complexos.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">A Receita Federal n&atilde;o pode ignorar a tend&ecirc;ncia mundial de utiliza&ccedil;&atilde;o das normas, j&aacute; adotadas por mais de cem pa&iacute;ses e representar um retrocesso em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil j&aacute; conquistada.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span style=\"line-height: 20px\">Mesmo porque, com a aplica&ccedil;&atilde;o das normas internacionais, n&atilde;o haver&aacute; redu&ccedil;&atilde;o da carga tribut&aacute;ria. O que pode ocorrer &eacute; eventual posterga&ccedil;&atilde;o do recolhimento dos impostos, sem preju&iacute;zo aos cofres p&uacute;blicos.<\/span><span style=\"line-height: 20px\">&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p> \tFonte: Valor Econ&ocirc;mico &#8211; 07\/10\/2011<\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por&nbsp;Celso Rocha Valor Econ&ocirc;mico &nbsp; A contabilidade no Brasil &eacute; fortemente influenciada pela Receita Federal,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[160],"tags":[],"class_list":["post-1117","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-planejamento-tributario"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A contabilidade de custos e o Fisco - Prof. Alexandre Alcantara<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/10\/10\/a-contabilidade-de-custos-e-o-fisco\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A contabilidade de custos e o Fisco - 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