{"id":1038,"date":"2011-06-21T10:34:28","date_gmt":"2011-06-21T10:34:28","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/06\/21\/opiniao-ideias-para-uma-tributacao-inteligente\/"},"modified":"2011-06-21T10:34:28","modified_gmt":"2011-06-21T10:34:28","slug":"opiniao-ideias-para-uma-tributacao-inteligente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/06\/21\/opiniao-ideias-para-uma-tributacao-inteligente\/","title":{"rendered":"OPINI\u00c3O: Id\u00e9ias para uma tributa\u00e7\u00e3o inteligente"},"content":{"rendered":"<p> \t<em><span style=\"font-size: 16px\"><strong><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Id&eacute;ias para uma tributa&ccedil;&atilde;o inteligente<\/span><\/strong><\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">por C&eacute;sar A. Fonseca*<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Um m&eacute;dico pode compreender um pouco de economia. Um economista pode compreender um pouco de medicina. Mas s&oacute; o especialista pode falar com autoridade sobre uma mat&eacute;ria espec&iacute;fca, para a qual se tenha preparado. Ainda assim, certas ila&ccedil;&otilde;es podem ser feitas por um administrador tribut&aacute;rio, com forma&ccedil;&atilde;o em Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas e em Direito.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Algumas &quot;verdades&quot; que tem sido difundidas no Brasil, n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o verdades assim. Por exemplo, tributa&ccedil;&atilde;o no destino tem sido confundida com arrecada&ccedil;&atilde;o no destino, o que s&atilde;o coisas diferentes. Tributa&ccedil;&atilde;o no destino deve significar que o tributo arrecadado deve ser gasto no financiamento do local onde ocorreu o disp&ecirc;ndio de renda. Por isso, no com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico, se a renda das fam&iacute;lias baianas for utilizada na compra de bens em S&atilde;o Paulo, o IPI e o ICMS incidentes devem ser carreados para a Bahia, que tem a responsabilidade de prover os recursos financeiros e executar o servi&ccedil;o p&uacute;blico local.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">A arrecada&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico pode ser feita em S&atilde;o paulo, mas o produto da arrecada&ccedil;&atilde;o deve ficar com a Bahia. Assim, a expropria&ccedil;&atilde;o de riqueza atrav&eacute;s do tributo beneficiar&aacute; a popula&ccedil;&atilde;o que revelou, na aquisi&ccedil;&atilde;o das mercadorias, riqueza tribut&aacute;vel. Esse sistema de arrecada&ccedil;&atilde;o j&aacute; &eacute; comum no Brasil: os estados arrecadam o imposto devido aos munic&iacute;pios (1\/4 do ICMS), que &eacute; automaticamente transferido para cada um deles mediante opera&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria. Tamb&eacute;m &eacute; assim com o IPI devido aos estados e munic&iacute;pios. J&aacute; a arrecada&ccedil;&atilde;o no destino exigir&aacute; forte esfor&ccedil;o de controle tribut&aacute;rio e arrecada&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Para os professores Antonio Carlos do Santos (Portugal) e Sangmeister (Alemanha), a tributa&ccedil;&atilde;o com controle e arrecada&ccedil;&atilde;o no destino na Uni&atilde;o Europ&eacute;ia seria um desastre em termos de produtividade do imposto, face a necessidade de um oneroso sistema de controle das fronteiras, por cada um dos 27 estados nacionais, o que contraria a id&eacute;ia de liberdade na circula&ccedil;&atilde;o de bens e de pessoas, um dos pilares da constru&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o Europ&eacute;ia. Por isso a 6a. Directiva Europ&eacute;ia diz que a UE deve adotar a tributa&ccedil;&atilde;o na origem, somente admitindo a tributa&ccedil;&atilde;o no destino em casos especiais e enquanto n&atilde;o for poss&iacute;vel atingir o ideal da tributa&ccedil;&atilde;o na origem.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Tenho tomado a liberdade de dizer que a desonera&ccedil;&atilde;o das exporta&ccedil;&otilde;es de mercadorias n&atilde;o processadas industrialmente no Brasil &eacute; um crime de lesa p&aacute;tria, pois permite a remessa para o exterior de riquezas minerais e agropecu&aacute;rias, com baixo n&iacute;vel de transforma&ccedil;&atilde;o, implicando indiretamente na exporta&ccedil;&atilde;o de empregos industriais.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&Eacute; comum ouvir-se dizer que n&atilde;o se deve exportar impostos. Mesmo sem recorrer &agrave;s teorias de David Ricardo ou Celso Furtado, &eacute; pac&iacute;fico para todos que n&atilde;o se deve fazer incidir impostos sobre a exporta&ccedil;&atilde;o de mercadorias cuja industrializa&ccedil;&atilde;o cumpriu a fun&ccedil;&atilde;o social do capital, por meio da gera&ccedil;&atilde;o de emprego e renda.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Mas exportar couro para que a It&aacute;lia produza sapatos de alto valor; exportar gr&atilde;os de soja, para que a Espanha, ou qualquer outro pa&iacute;s, venha a ser o maior produtor de margarina da Uni&atilde;o Europ&eacute;ia sem plantar uma &uacute;nica semente, n&atilde;o atende aos desejos de uma na&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o pretenda ser apenas agr&aacute;rio\/exportadora e sim industrial\/agro\/exportadora ou industrial\/minero\/exportadora.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Por isso, devemos insistir para que os estados se preocupem mais com o adensamento da aplica&ccedil;&atilde;o do trabalho industrial nas cadeias de produ&ccedil;&atilde;o\/circula&ccedil;&atilde;o at&eacute; o consumo, ou at&eacute; a exporta&ccedil;&atilde;o, em desenvolver a matriz tribut&aacute;ria constitucional, para refletir os interesses da Na&ccedil;&atilde;o, do que se preocuparem apenas&nbsp; com o ressarcimento da famigerada Lei Kandir.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Embora a autora seja de extrema direita, o que a afasta da verdade universal, transcrevo aqui algumas frases e respostas de Marie le Pen, que se n&atilde;o s&atilde;o verdades, nos levam &agrave; reflex&atilde;o:<\/span><\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&#39;Na globaliza&ccedil;&atilde;o, escravos fabricam os produtos que s&atilde;o vendidos aos desempregados&#39;<\/span><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Sobre programa econ&ocirc;mico<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">A principal ideia &eacute; que uma economia deve ser fundada sobre o empresariado, mas deve dar as costas &agrave; especula&ccedil;&atilde;o e &agrave;s grandes pot&ecirc;ncias financeiras, que prejudicaram a economia do nosso pa&iacute;s. E a segunda ideia &eacute; a da nossa soberania monet&aacute;ria, or&ccedil;ament&aacute;ria e a nossa capacidade de colocar emfuncionamento um protecionismo razo&aacute;vel e inteligente, como fazem todas as grandes na&ccedil;&otilde;es do mundo: dos EUA ao Canad&aacute;, passando pela R&uacute;ssia e pela China.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Sobre protecionismo inteligente<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">S&atilde;o m&eacute;todos fiscais e aduaneiros que permitem voltar a industrializar nosso pa&iacute;s e a evitar a concorr&ecirc;ncia internacional desleal, que n&oacute;s observamos na&nbsp; Fran&ccedil;a e que tem custado milhares de empregos no setor industrial. Depois que a Uni&atilde;o Europeia abriu as fronteiras do continente ao livre com&eacute;rcio, h&aacute; produtos como aqueles vindos da China ou da &Iacute;ndia com os quais n&oacute;s evidentemente n&atilde;o podemos competir. O nosso sistema de prote&ccedil;&atilde;o social, as normas ambientais e de seguran&ccedil;a fazem com que o nosso produto tenha mais custos do que aqueles produzidos nos pa&iacute;ses emergentes.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Sobre o acordo de livre com&eacute;rcio que o Brasil negocia com a Europa<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Sim, sou contra, apesar da simpatia que tenho pelo Brasil, com quem a Fran&ccedil;a tem muitos pontos em comum. Acredito que os dois pa&iacute;ses devem fechar uma parceria energ&eacute;tica porque o Brasil j&aacute; &eacute; um grande produtor de petr&oacute;leo e a Petrobras tem reservas de bilh&otilde;es de barris. A meu ver, por&eacute;m, &agrave; Fran&ccedil;a n&atilde;o interessa esse acordo de livre com&eacute;rcio, que terminaria de arruinar a capacidade econ&ocirc;mica do pa&iacute;s.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Sobre a globaliza&ccedil;&atilde;o?<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Sim. A globaliza&ccedil;&atilde;o consiste no uso de trabalho escravo para fabricar produtos que, depois, s&atilde;o vendidos aos desempregados. Sobre ficar ficar &agrave; margem da globaliza&ccedil;&atilde;o?<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Eu acho que a globaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; um fato, mas tamb&eacute;m uma ideologia. Uma ideologia de com&eacute;rcio que d&aacute; &agrave; lei do mercado o direito de esmagar tudo em sua passagem: as tradi&ccedil;&otilde;es, os pa&iacute;ses, as leis e o sistema de prote&ccedil;&atilde;o social. Eu sou contra isso. &Eacute; preciso voltar &agrave;s trocas entre na&ccedil;&otilde;es soberanas e aos acordos bilaterais que existiam antes da abertura total das fronteiras. Hoje, a Uni&atilde;o Europeia est&aacute; isolada no mundo porque &eacute; a &uacute;nica totalmente dedicada ao com&eacute;rcio livre sem nenhum sistema de prote&ccedil;&atilde;o do seu mercado interno. Todo mundo vive assim e n&oacute;s estamos morrendo.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Sobre o FMI?<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Eu acho que o FMI n&atilde;o &eacute; mais o que n&oacute;s esper&aacute;vamos: um organismo internacional que ajudaria pa&iacute;ses em dificuldade sem desrespeitar a soberania deles. Hoje em dia, o FMI est&aacute; a servi&ccedil;o exclusivamente dos mercados financeiros e especulativos. &Eacute; a entidade que chega aos pa&iacute;ses e diz: &ldquo;os sal&aacute;rios e as aposentadorias devem baixar, voc&ecirc; deve vender tal coisa, ou privatizar a integralidade do servi&ccedil;o p&uacute;blico&rdquo;, mergulhando o pa&iacute;s numa situa&ccedil;&atilde;o mais dif&iacute;cil do que antes da interven&ccedil;&atilde;o. Trata-se de um organismo que se tornou profundamente nefasto.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Sobre a modernidade e o futuro?<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O que &eacute; a modernidade? Voltar &agrave; Idade M&eacute;dia? A modernidade de hoje est&aacute; rodeada por pobreza e mis&eacute;ria. Traz pobreza n&atilde;o s&oacute; aos pa&iacute;ses que era ricos, mas tamb&eacute;m &agrave;queles que j&aacute; eram pobres, como os do continente africano. A globaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; a competi&ccedil;&atilde;o, a especula&ccedil;&atilde;o, e isso est&aacute; provocando os motins em uma s&eacute;rie em pa&iacute;ses da &Aacute;frica. Eu n&atilde;o acredito que a globaliza&ccedil;&atilde;o excessiva e sem qualquer regula&ccedil;&atilde;o seja uma prova de modernidade. Eu creio que, ao contr&aacute;rio, se trata de uma prova de arca&iacute;smo e recuo social.<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Cesar A. Fonseca<\/strong> &#8211; Bacharel em Direito,&nbsp;&nbsp;Especialista em Direito Tribut&aacute;rio Estadual e em Direito Internacional Fiscal e Integra&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica, <\/span>Auditor Fiscal da SEFAZ Bahia.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Id&eacute;ias para uma tributa&ccedil;&atilde;o inteligente por C&eacute;sar A. 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