{"id":1028,"date":"2011-06-13T04:47:05","date_gmt":"2011-06-13T07:47:05","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/06\/13\/convergencia-nos-eua\/"},"modified":"2011-06-13T04:47:05","modified_gmt":"2011-06-13T07:47:05","slug":"convergencia-nos-eua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/06\/13\/convergencia-nos-eua\/","title":{"rendered":"Converg\u00eancia nos EUA"},"content":{"rendered":"<p> \t<span style=\"font-size: 16px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>EUA planejam mudar padr&atilde;o cont&aacute;bil de modo lento e gradual<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>Valor Econ&ocirc;mico &ndash; 3 de jun de 2011 &#8211; Fernando Torres<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>Enquanto n&atilde;o diz oficialmente se e quando os Estados Unidos v&atilde;o adotar o padr&atilde;o internacional de contabilidade, a Securities and Exchange Commission (SEC), &oacute;rg&atilde;o regulador do mercado americano, j&aacute; d&aacute; sinais de que, se a resposta for positiva, o processo de transi&ccedil;&atilde;o para o IFRS dever&aacute; ser lento e gradual, dentro de cinco a sete anos.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>A possibilidade de trocar todo o sistema cont&aacute;bil de uma &uacute;nica vez, como ocorreu no Brasil num per&iacute;odo de tr&ecirc;s anos, &eacute; chamada pela &aacute;rea t&eacute;cnica de contabilidade da SEC de abordagem big-bang, que seria mais traum&aacute;tica.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>Conforme documento divulgado pela SEC na semana passada, uma transi&ccedil;&atilde;o em fases permitiria que as empresas e os investidores americanos se adaptassem a menos normas novas em um determinado per&iacute;odo, diminuindo a severidade da curva de aprendizagem do IFRS e possibilitando um processo educacional mais amplo sobre as regras. (&#8230;)<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>Nos EUA, a SEC reconhece esses riscos ao apresentar a proposta de ado&ccedil;&atilde;o do IFRS em fases. Os t&eacute;cnicos pedem que os agentes do mercado comentem a sugest&atilde;o e diz que as respostas ser&atilde;o mais &uacute;teis se enviadas at&eacute; 31 de julho. O estabelecimento desse prazo sinaliza que a decis&atilde;o final da SEC sair&aacute; em breve.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>Na proposta apresentada, o termo US Gaap, que representa o modelo cont&aacute;bil dos EUA, continuaria a existir, por conta das in&uacute;meras refer&ecirc;ncias a ele em leis, normas e contratos, que n&atilde;o precisariam ser alterados. No entanto, ao longo do tempo o US Gaap incorporaria todas as regras do IFRS, usadas hoje em mais de cem pa&iacute;ses, incluindo o Brasil e os pa&iacute;ses que comp&otilde;em a Uni&atilde;o Europeia.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>O processo de incorpora&ccedil;&atilde;o seria feito em etapas. Na primeira leva entrariam normas do IFRS consideradas est&aacute;ticas, com poucas chances de serem alteradas no curto prazo. A ideia &eacute; evitar um trabalho duplo, com a adapta&ccedil;&atilde;o das empresas a um novo normativo hoje, para ter que mudar novamente daqui um ou dois anos &#8211; como ocorrer&aacute; no Brasil para a regra de classifica&ccedil;&atilde;o de instrumentos financeiros.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>Outro pacote reuniria normas que j&aacute; s&atilde;o objeto de memorando de entendimentos e que est&atilde;o sendo revistas em conjunto pelo Fasb e pelo Iasb, como reconhecimento de receita e leasing.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>Um terceiro grupo reuniria normas que n&atilde;o fazem parte do memorando, mas que j&aacute; est&atilde;o na agenda de revis&atilde;o do Iasb. Nesse caso, somente quando o novo pronunciamento fosse emitido a norma seria incorporada.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>A SEC entende que, &quot;sempre que poss&iacute;vel&quot;, as normas devem ser adotadas prospectivamente, sem que os balan&ccedil;os passados tenham que ser alterados. Dessa forma, &eacute; poss&iacute;vel que as empresas n&atilde;o possam dizer que est&atilde;o seguindo o IFRS de cara, mas talvez depois de dois ou tr&ecirc;s anos.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>Nessa nova estrutura, o Conselho de Padr&otilde;es de Contabilidade Financeira (Fasb, na sigla em ingl&ecirc;s), &oacute;rg&atilde;o respons&aacute;vel hoje pelo US Gaap, ganharia outro papel. Comandado por Leslie Seidman, o Fasb deixaria de desenvolver sozinho novas normas ou modifica&ccedil;&otilde;es no padr&atilde;o americano e passaria a trabalhar em conjunto com o Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (Iasb, na sigla em ingl&ecirc;s), com sede em Londres, que emite as regras IFRS.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt\"> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><em>O Fasb ficaria, ent&atilde;o, respons&aacute;vel por garantir que os interesses americanos fossem defendidos nas discuss&otilde;es no Iasb, seria o respons&aacute;vel pelo &quot;endosso&quot;, nos EUA, de cada novo pronunciamento emitido pelo &oacute;rg&atilde;o internacional e assumiria tamb&eacute;m o papel educacional sobre o processo de converg&ecirc;ncia.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong><em>Coment&aacute;rios<\/em><\/strong><em>: Prof. Dr. C&eacute;sar Tib&uacute;cio (UNB)<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&Eacute; interessante que o texto pressup&otilde;e que os EUA ir&atilde;o adotar a IFRS. Entretanto, parece que a quest&atilde;o &eacute; um pouco mais complicada. Desde o seu in&iacute;cio, o Iasb tem recebido muita influencia das normas dos EUA. Agora, particularmente, com as discuss&otilde;es de alguns assuntos pol&ecirc;micos, isto &eacute; mais n&iacute;tido. Talvez a quest&atilde;o seja que os dois lados est&atilde;o se aproximando. Politicamente, a posi&ccedil;&atilde;o dos EUA representa uma derrota para os defensores radicais da converg&ecirc;ncia, j&aacute; que o maior mercado recusou a traduzir as normas internacionais e recusa a adot&aacute;-las como o Brasil.<\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Fonte<\/strong>: <a href=\"http:\/\/contabilidadefinanceira.blogspot.com\/2011\/06\/convergencia-dos-eua.html\">Contabilidade Financeira<\/a><\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p> \t<span style=\"font-size: 14px\"><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EUA planejam mudar padr&atilde;o cont&aacute;bil de modo lento e gradual Valor Econ&ocirc;mico &ndash; 3 de<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[96,117],"tags":[],"class_list":["post-1028","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-fasb","category-ifrs"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1028","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1028"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1028\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1028"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1028"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1028"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}