{"id":1005,"date":"2011-05-17T13:43:26","date_gmt":"2011-05-17T16:43:26","guid":{"rendered":"http:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/05\/17\/uso-da-norma-contabil-quando-cada-um-julga-como-demonstrar\/"},"modified":"2011-05-17T13:43:26","modified_gmt":"2011-05-17T16:43:26","slug":"uso-da-norma-contabil-quando-cada-um-julga-como-demonstrar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/05\/17\/uso-da-norma-contabil-quando-cada-um-julga-como-demonstrar\/","title":{"rendered":"Uso da norma cont\u00e1bil: quando cada um julga como demonstrar&#8230;"},"content":{"rendered":"<p> \t<span style=\"font-size: 16px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Conforme vemos na mat&eacute;ria abaixo, ainda n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel comparar e analisar com rapidez os balan&ccedil;os com o advento das novas normas cont&aacute;beis. <\/span><\/span><\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 16px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">As companhias ainda tem um grande poder de decis&atilde;o na hora de escolher como e quando aplicar uma norma. A leitura atenta das notas explicativas mostrar&aacute; a grande diversidade de crit&eacute;rios utilizados, um excelente desafio para os analistas.<\/span><\/span><\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t<span style=\"font-size: 16px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O&nbsp;leitor das demonstra&ccedil;&otilde;es cont&aacute;beis dever&aacute; ficar atento para o que efetivamente impactar&aacute; o caixa da companhia, pois nem sempre um aumento no PL e no resultado significa um bom desempenho de caixa ou na alavancagem da mesma. <\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p> \t<span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-size: 16px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Cruzeiro do Sul usa brecha e dobra patrim&ocirc;nio no IFRS <\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"> \tpor <em>Fernando Torres, <a href=\"http:\/\/marcosassi.com.br\/cruzeiro-do-sul-usa-brecha-e-dobra-patrimonio-no-ifrs\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Valor Economico<\/a><\/em><\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">Ao apresentar seu balan&ccedil;o de 2010 conforme o padr&atilde;o internacional de contabilidade IFRS &ndash; com uma semana de atraso em rela&ccedil;&atilde;o ao prazo estabelecido pelo Banco Central -, o Banco Cruzeiro do Sul exibiu uma decis&atilde;o in&eacute;dita entre os bancos do pa&iacute;s, que engordou seu patrim&ocirc;nio l&iacute;quido em mais de R$ 500 milh&otilde;es. Optou por classificar a maior parte da sua carteira de empr&eacute;stimos (ou R$ 6,6 bilh&otilde;es), como &ldquo;dispon&iacute;vel para venda&rdquo;, o que exige o registro pelo valor de mercado. Normalmente, os bancos classificam suas carteiras de t&iacute;tulos e valores mobili&aacute;rios dessa forma. O impacto j&aacute; l&iacute;quido de imposto de mais de R$ 500 milh&otilde;es dobrou o patrim&ocirc;nio do banco, que fechou 2010 em R$ 1,07 bilh&atilde;o pelo IFRS.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">Com a marca&ccedil;&atilde;o a mercado, o fluxo de recursos que seria recebido ao longo do prazo do empr&eacute;stimo &eacute; trazido a valor presente, o que causa o efeito positivo, mesmo com uma taxa de desconto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">A decis&atilde;o deixa o banco menos alavancado para o leitor das demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras dentro desse padr&atilde;o cont&aacute;bil. Principalmente porque outra regra do IFRS, essa obrigat&oacute;ria, exige que a carteira de cr&eacute;dito cedida a outros bancos com coobriga&ccedil;&atilde;o em caso de inadimpl&ecirc;ncia volte para o balan&ccedil;o. No caso do Cruzeiro do Sul, isso gerou aumento de 21% nos ativos totais, que subiram de R$ 9 bilh&otilde;es para R$ 10,89 bilh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">Essa segunda regra afeta especialmente os n&uacute;meros dos bancos que atuam de forma relevante com empr&eacute;stimos consignados e que costumam originar mais empr&eacute;stimos do que realmente carregam dentro do balan&ccedil;o e, por essa raz&atilde;o, vendem suas carteiras a institui&ccedil;&otilde;es maiores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">Conforme o&nbsp;<strong>Valor<\/strong> publicou na semana passada, o banco BMG, que se enquadra bem nesse perfil, viu seus ativos mais do que dobrarem e seu patrim&ocirc;nio l&iacute;quido cair pela metade na compara&ccedil;&atilde;o entre o padr&atilde;o cont&aacute;bil do Banco Central, ainda vigente para os bancos brasileiros, e o demonstrativo no modelo IFRS. O balan&ccedil;o pelo padr&atilde;o internacional passou a ser exigido pelo pr&oacute;prio BC agora, de forma paralela.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">Mas n&atilde;o se sabe como ficaria o balan&ccedil;o do BMG se tivesse tomado a mesma decis&atilde;o que o Cruzeiro do Sul para classifica&ccedil;&atilde;o dos empr&eacute;stimos. Isso porque essa realoca&ccedil;&atilde;o s&oacute; pode ser feita com a carteira que ainda n&atilde;o foi cedida.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">&ldquo;Os bancos que cedem muito n&atilde;o t&ecirc;m mais ativo para fazer o valor justo. Se o banco j&aacute; cedeu de 70% a 80% dos empr&eacute;stimos, o valor justo &eacute; aquele pelo qual foi fechada a venda&rdquo;, afirma Luiz Oct&aacute;vio &Iacute;ndio da Costa, diretor-superintendente do Cruzeiro do Sul, ao destacar que em 2010 o banco conservou 88% dos empr&eacute;stimos dentro do seu balan&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">&Iacute;ndio da Costa menciona ainda que foi poss&iacute;vel fazer o reconhecimento da carteira de empr&eacute;stimos a valor justo porque existe um mercado ativo para cr&eacute;dito consignado, o que n&atilde;o ocorre com financiamentos de empresas de m&eacute;dio porte, por exemplo. Esse mercado, como se sabe, entretanto, se retraiu bastante desde o epis&oacute;dio do PanAmericano.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">Ainda segundo o executivo, a classifica&ccedil;&atilde;o como dispon&iacute;vel para venda n&atilde;o representa uma certeza de que os empr&eacute;stimos ser&atilde;o repassados. &ldquo;N&atilde;o estou dizendo que vou vender, nem as condi&ccedil;&otilde;es exatas. Se fosse assim os empr&eacute;stimos entrariam na categoria de trading (para negocia&ccedil;&atilde;o)&rdquo; afirma. &ldquo;Mas, por outro lado, &eacute; not&oacute;rio que vendemos bastante em 2008, por conta crise. Ent&atilde;o tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; certo dizer que n&atilde;o vamos vender&rdquo;, acrescenta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">Para implanta&ccedil;&atilde;o do IFRS, o banco contou com assessoria da FBM Consulting. No caso da classifica&ccedil;&atilde;o dos empr&eacute;stimos como dispon&iacute;veis para venda, a institui&ccedil;&atilde;o pediu ainda um parecer do professor Eliseu Martins, especialista em contabilidade e ex-diretor da CVM. &ldquo;Eles me consultaram, analisei o caso, e entendi que podia ser feito&rdquo;, afirma Martins. Segundo ele, a filosofia do Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (Iasb, na sigla em ingl&ecirc;s), que edita as IFRS, &eacute; de que, se fosse poss&iacute;vel, todo o balan&ccedil;o seria a valor justo. Dessa forma, o registro de instrumentos financeiros pelo custo amortizado (ou pela curva), pr&aacute;tica mais comum para empr&eacute;stimos e receb&iacute;veis, pode ser visto como exce&ccedil;&atilde;o dentro das regras internacionais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">O professor, entretanto, faz a ressalva de que essa classifica&ccedil;&atilde;o &eacute; tempor&aacute;ria. A partir de 2013, um novo pronunciamento cont&aacute;bil do Iasb deve entrar em vigor e acabar com essa categoria de &ldquo;dispon&iacute;vel para venda&rdquo;, em que os efeitos do valor justo aparecendo no patrim&ocirc;nio. Por essa norma, chamada de IFRS 9, a depender da forma de gest&atilde;o dos ativos, os instrumentos devem ser reconhecidos pelo pre&ccedil;o de mercado ou pelo custo. Nos dois casos, o impacto ocorrer&aacute; sempre sobre o lucro do per&iacute;odo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 1em 0px\"> \t<span style=\"font-size: 14px\">Segundo Ronaldo Dias, s&oacute;cio da FBM Consulting, no modelo atual a forma como a administra&ccedil;&atilde;o enxerga o neg&oacute;cio tamb&eacute;m influencia na classifica&ccedil;&atilde;o de uma carteira. Ele conta que a sua consultoria assessorou de 13 a 14 institui&ccedil;&otilde;es financeiras na implanta&ccedil;&atilde;o do IFRS, mas que nenhuma outra optou pelo mesmo caminho do Cruzeiro do Sul. Desses clientes, diz ele, dois t&ecirc;m a cess&atilde;o de carteira como atividade relevante, mas havia uma diferen&ccedil;a. &ldquo;Muitas institui&ccedil;&otilde;es vendem para fundos de receb&iacute;veis do pr&oacute;prio banco &ndash; e n&atilde;o para um terceiro. Nesse caso decidiram manter os ativos como empr&eacute;stimos porque, no frigir dos ovos, o cr&eacute;dito continua dentro do grupo&rdquo;, explica Dias.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conforme vemos na mat&eacute;ria abaixo, ainda n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel comparar e analisar com rapidez os<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14,43,60,102],"tags":[],"class_list":["post-1005","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-analise-de-balanco","category-contabilidade-criativa","category-cvm","category-fraudes"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Uso da norma cont\u00e1bil: quando cada um julga como demonstrar... - Prof. Alexandre Alcantara<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/portal\/2011\/05\/17\/uso-da-norma-contabil-quando-cada-um-julga-como-demonstrar\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Uso da norma cont\u00e1bil: quando cada um julga como demonstrar... - 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