{"id":11251,"date":"2021-08-29T19:00:20","date_gmt":"2021-08-29T19:00:20","guid":{"rendered":"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/?p=11251"},"modified":"2021-08-29T19:00:20","modified_gmt":"2021-08-29T19:00:20","slug":"12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/","title":{"rendered":"12 Declara\u00e7\u00f5es Sobre a Sexualidade Humana"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-11252 alignleft\" src=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/12-declaracoes-sexualidade-humana-300x164.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"164\" \/>A publica\u00e7\u00e3o do \u201cRelat\u00f3rio do Comit\u00ea Tempor\u00e1rio Sobre a Sexualidade Humana Para a 48\u00aa Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana Norte-Americana\u201d n\u00e3o soa como algo sa\u00eddo das manchetes ou como algo de leitura f\u00e1cil. Mas louvado seja Deus pelos presbiterianos e seu governo parlamentar e ordeiro. Esse comit\u00ea\u2014que inclui Tim Keller, Kevin DeYoung e Bryan Chapell, entre outros\u2014elaborou um estudo minucioso, cuidadoso e importante em resposta a uma abertura proporcionada por um pedido para que abordassem quest\u00f5es tal como a natureza do pecado sexual, a tenta\u00e7\u00e3o e a mortifica\u00e7\u00e3o, bem como a propriedade (ou impropriedade) de crist\u00e3os usarem a terminologia \u201ccrist\u00e3o gay\u201d ou \u201corienta\u00e7\u00e3o\u201d homossexual. O total do conte\u00fado merece que o leiamos com reflex\u00e3o, que o imprimamos e o guardemos.<\/p>\n<p>No pre\u00e2mbulo, h\u00e1 a observa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio que apresentemos \u201cCristo por inteiro\u201d, seja quando pastoreamos pessoas, seja quando falamos ao mundo sobre a sexualidade e g\u00eanero hoje. Jesus \u00e9 cheio de gra\u00e7a e verdade. No tratamento pastoral, n\u00e3o devemos aplicar a verdade t\u00e3o duramente a ponto de alienar insensivelmente ou t\u00e3o indiretamente a ponto da verdade nunca ser claramente apreendida.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio formato das \u201cDoze Declara\u00e7\u00f5es\u201d a seguir procura capturar essa plenitude da \u201cgra\u00e7a e verdade\u201d \u00e0 medida que abordamos as quest\u00f5es.<\/p>\n<p>Cada declara\u00e7\u00e3o \u00e9 dupla, associando uma verdade com uma verdade ou ensino concomitante.<\/p>\n<p>O objetivo n\u00e3o \u00e9 alcan\u00e7ar algum tipo de equil\u00edbrio intelectual abstrato ou uma \u201cterceira via\u201d, mas sim apontar o caminho para um pastoreio teologicamente rico.<\/p>\n<p>As verdades emparelhadas ajudam o pastor a evitar os erros opostos, isto \u00e9, de falar a verdade sem amor ou de tentar amar algu\u00e9m sem falar a verdade.<\/p>\n<p>O caminho da \u201cgra\u00e7a e verdade\u201d para o qual apontamos a igreja nesse relat\u00f3rio n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Falar a verdade, mas faz\u00ea-lo em amor, \u00e9 quase sempre mais dif\u00edcil do que simplesmente separar esses dois aspectos t\u00e3o necess\u00e1rios do evangelho em duas alternativas. Falando com gra\u00e7a e verdade no processo de nosso trabalho juntos esse ano, n\u00f3s, da sua Comiss\u00e3o Provis\u00f3ria, tivemos o prazer de vivenciar um esp\u00edrito e grau de unidade maior entre n\u00f3s mesmos do que esper\u00e1vamos. Nossa ora\u00e7\u00e3o \u00e9 que toda nossa igreja possa encontrar cada vez mais a mesma \u201cunidade do Esp\u00edrito no v\u00ednculo da paz\u201d (Ef 4.3).<\/p>\n<p>Inclu\u00ed abaixo as 12 declara\u00e7\u00f5es principais, mas n\u00e3o reproduzi as notas de rodap\u00e9 de apoio\u2014que detalham mais sobre as Escrituras e fornecem intera\u00e7\u00e3o com recursos hist\u00f3ricos reformados\u2014nem todo o material que fundamenta os argumentos. Para isso, eu os encaminho ao relat\u00f3rio completo.<\/p>\n<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-grey ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\">\n<p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">\u00cdndice<\/p>\n<span class=\"ez-toc-title-toggle\"><a href=\"#\" class=\"ez-toc-pull-right ez-toc-btn ez-toc-btn-xs ez-toc-btn-default ez-toc-toggle\" aria-label=\"Alternar tabela de conte\u00fado\"><span class=\"ez-toc-js-icon-con\"><span class=\"\"><span class=\"eztoc-hide\" style=\"display:none;\">Toggle<\/span><span class=\"ez-toc-icon-toggle-span\"><svg style=\"fill: #999;color:#999\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" class=\"list-377408\" width=\"20px\" height=\"20px\" viewBox=\"0 0 24 24\" fill=\"none\"><path d=\"M6 6H4v2h2V6zm14 0H8v2h12V6zM4 11h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2zM4 16h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2z\" fill=\"currentColor\"><\/path><\/svg><svg style=\"fill: #999;color:#999\" class=\"arrow-unsorted-368013\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"10px\" height=\"10px\" viewBox=\"0 0 24 24\" version=\"1.2\" baseProfile=\"tiny\"><path d=\"M18.2 9.3l-6.2-6.3-6.2 6.3c-.2.2-.3.4-.3.7s.1.5.3.7c.2.2.4.3.7.3h11c.3 0 .5-.1.7-.3.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7zM5.8 14.7l6.2 6.3 6.2-6.3c.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7c-.2-.2-.4-.3-.7-.3h-11c-.3 0-.5.1-.7.3-.2.2-.3.5-.3.7s.1.5.3.7z\"\/><\/svg><\/span><\/span><\/span><\/a><\/span><\/div>\n<nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#1_O_Casamento\" >1. O Casamento<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#2_Na_Imagem_de_Deus\" >2. Na Imagem de Deus<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#3_Pecado_Original\" >3. Pecado Original<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#4_Desejo\" >4. Desejo<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#5_A_Concupiscencia\" >5. A Concupisc\u00eancia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#6_A_Tentacao\" >6. A Tenta\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#7_A_Santificacao\" >7. A Santifica\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#8_Impecabilidade\" >8. Impecabilidade<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#9_Identidade\" >9. Identidade<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#9_Linguagem\" >9. Linguagem<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-11\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#11_Amizade\" >11. Amizade<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-12\" href=\"https:\/\/alcantara.pro.br\/cafecompalavra\/2021\/08\/29\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/#12_Arrependimento_e_Esperanca\" >12. Arrependimento e Esperan\u00e7a<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"1_O_Casamento\"><\/span>1. O Casamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que o casamento deve ser entre um homem e uma mulher (Gn 2.18-25; Mt 19.4-6; Confiss\u00e3o de Westminster-CFW 24.1).<\/p>\n<p>A intimidade sexual \u00e9 um dom de Deus a ser prezado e \u00e9 reservado para a rela\u00e7\u00e3o matrimonial entre um homem e uma mulher (Pv 5.18-19). O casamento foi institu\u00eddo por Deus para a ajuda m\u00fatua e a b\u00ean\u00e7\u00e3o de marido e mulher, para a procria\u00e7\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o de filhos piedosos, e para evitar a imoralidade sexual (Gn 1.28; 2.18; Ml 2.14-15; 1Co 7.2, 9; CFW 24.2). O casamento tamb\u00e9m \u00e9 uma imagem ordenada por Deus da rela\u00e7\u00e3o diferenciada entre Cristo e a igreja (Ef 5.22-33; Ap 19.6-10). Todas as outras formas de intimidade sexual, incluindo todas as formas de lux\u00faria e atividade sexual de qualquer tipo entre o mesmo sexo, s\u00e3o pecaminosas (Lv 18.22; 20.13; Rm 1.18-32; 1Co 6.9; 1Tm 1.10; Jd 7; Catecismo Longo de Westminster-CLW 139).<\/p>\n<p>No entanto, n\u00e3o acreditamos que a intimidade sexual no casamento elimine automaticamente desejos sexuais indesejados, nem que todo sexo dentro do casamento seja livre de pecado (CFW 6.5).<\/p>\n<p>Todos n\u00f3s, casados ou n\u00e3o, necessitamos da gra\u00e7a de Deus com rela\u00e7\u00e3o a pecados sexuais e a tenta\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, a imoralidade sexual n\u00e3o \u00e9 um pecado imperdo\u00e1vel. N\u00e3o h\u00e1 pecado t\u00e3o pequeno que n\u00e3o mere\u00e7a condena\u00e7\u00e3o nem pecado t\u00e3o grande que n\u00e3o possa ser perdoado (CFW 15.4). H\u00e1 esperan\u00e7a e perd\u00e3o para todos os que se arrependem de seus pecados e confiam em Cristo (Mt 11.28-30; Jo 6.35, 37; At 2.37-38; 16.30-31).<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"2_Na_Imagem_de_Deus\"><\/span>2. Na Imagem de Deus<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que Deus criou os seres humanos \u00e0 sua imagem, homem e mulher os criou (Gn 1.26-27).<\/p>\n<p>Da mesma forma, reconhecemos o corpo humano como bom (Gn 1.31; Jo 1.14) e o chamado para glorificarmos a Deus com nosso corpo (1Co 6.12-20). Por ser um Deus de ordem e de prop\u00f3sito, Deus se op\u00f5e \u00e0 confus\u00e3o de homens como mulheres e de mulheres como homens (1Co 11.14-15). Embora situa\u00e7\u00f5es envolvendo essa confus\u00e3o possam ser de partir o cora\u00e7\u00e3o e complexas, homens e mulheres necessitam ser ajudados a viverem de acordo com seu sexo biol\u00f3gico.<\/p>\n<p>No entanto, necessitamos ministrar compassivamente \u00e0queles que est\u00e3o sinceramente confusos e perturbados por seu senso interno de identidade de g\u00eanero (Gl 3.1; 2Tm 2.24-26).<\/p>\n<p>Reconhecemos que os efeitos da queda se estendem \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o de toda nossa natureza (Pequeno Catecismo de Westminster-PCW 18), o que pode incluir a forma como pensamos sobre nosso pr\u00f3prio g\u00eanero e sexualidade. Al\u00e9m disso, algumas pessoas, em casos raros, podem possuir uma condi\u00e7\u00e3o m\u00e9dica objetiva na qual seu desenvolvimento anat\u00f4mico pode ser amb\u00edguo ou n\u00e3o corresponder a seu sexo gen\u00e9tico cromoss\u00f4mico. Tais pessoas tamb\u00e9m foram criadas \u00e0 imagem de Deus e devem viver conforme seu sexo biol\u00f3gico at\u00e9 onde se possa determinar.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"3_Pecado_Original\"><\/span>3. Pecado Original<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que, do pecado de nossos primeiros pais, recebemos culpa herdada e deprava\u00e7\u00e3o herdada (Rm 5.12-19; Ef 2.1-3).<\/p>\n<p>A partir dessa corrup\u00e7\u00e3o original\u2014que \u00e9 pecaminosa e pela qual somos culpados\u2014procedem todas as transgress\u00f5es de fato. Todas as obras de nossa natureza corrompida (uma corrup\u00e7\u00e3o que permanece, em parte, mesmo ap\u00f3s a regenera\u00e7\u00e3o) s\u00e3o verdadeira e apropriadamente chamadas de pecado (CFW 6.1-5). Todo pecado\u2014o original e os que dele procedem\u2014merece a morte e nos torna sujeitos \u00e0 ira de Deus (Rm 3.23; Tg 2.10; CFW 6.6). Necessitamos nos arrepender de nosso pecado em geral e particularmente de nossos pecados espec\u00edficos (CFW 15.5). Isto \u00e9, necessitamos lamentar por nosso pecado, odiar nosso pecado, abandonar nosso pecado, nos voltarmos a Deus e nos esfor\u00e7armos para caminhar com Deus em obedi\u00eancia a seus mandamentos (CFW 15.2).<\/p>\n<p>No entanto, Deus n\u00e3o deseja que os crentes vivam em perp\u00e9tua mis\u00e9ria por seus pecados, cada um dos quais foi perdoado e mortificado em Cristo (CFW 6.5).<\/p>\n<p>Pelo Esp\u00edrito de Cristo, somos capazes de progredir espiritualmente e realizar boas obras, n\u00e3o perfeitamente, mas verdadeiramente (CFW 16.3). At\u00e9 mesmo nossas obras imperfeitas s\u00e3o aceit\u00e1veis por meio de Cristo e Deus tem prazer em aceit\u00e1-las e recompens\u00e1-las como agrad\u00e1veis aos seus olhos (CFW 16.6).<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"4_Desejo\"><\/span>4. Desejo<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos n\u00e3o apenas que nossa inclina\u00e7\u00e3o para o pecado \u00e9 resultado da queda, mas que nossos desejos ca\u00eddos s\u00e3o em si mesmos pecaminosos (Rm 6.11-12; 1Pe 1.14; 2.11).<\/p>\n<p>Qualquer desejo para um fim il\u00edcito\u2014seja o desejo sexual por uma pessoa do mesmo sexo ou o desejo sexual desconectado do contexto do casamento b\u00edblico\u2014\u00e9, em si mesmo, um desejo il\u00edcito. Portanto, a experi\u00eancia da atra\u00e7\u00e3o pelo mesmo sexo n\u00e3o \u00e9 moralmente neutra; a atra\u00e7\u00e3o \u00e9 uma express\u00e3o do pecado interior ou original que requer arrependimento e mortifica\u00e7\u00e3o (Rm 8.13).<\/p>\n<p>No entanto, devemos celebrar que, apesar da presen\u00e7a cont\u00ednua de desejos pecaminosos (e at\u00e9 mesmo, \u00e0s vezes, de comportamentos flagrantemente pecaminosos), os crentes arrependidos, justificados e adotados est\u00e3o livres de condena\u00e7\u00e3o por meio da justi\u00e7a imputada de Cristo (Rm 8.1; 2Co 5.21) e s\u00e3o capazes de agradar a Deus caminhando pelo Esp\u00edrito (Rm 8.3-6).<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"5_A_Concupiscencia\"><\/span>5. A Concupisc\u00eancia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que pensamentos e desejos impuros que surgem em n\u00f3s antes de um ato consciente da vontade e isolados, mesmo assim s\u00e3o pecaminosos.<\/p>\n<p>Rejeitamos a compreens\u00e3o cat\u00f3lico-romana da concupisc\u00eancia, pela qual os desejos desordenados que nos afligem devido \u00e0 queda s\u00f3 se tornam pecaminosos se houver um ato consciente da vontade. Esses desejos dentro de n\u00f3s n\u00e3o s\u00e3o meras fraquezas ou inclina\u00e7\u00f5es para o pecado, mas s\u00e3o em si mesmos idolatria e pecado.<\/p>\n<p>No entanto, reconhecemos que muitas pessoas que sentem atra\u00e7\u00e3o por pessoas do mesmo sexo descrevem seus desejos como se surgissem dentro deles de forma espont\u00e2nea e indesejada.<\/p>\n<p>Reconhecemos tamb\u00e9m que a presen\u00e7a de atra\u00e7\u00e3o por pessoas do mesmo sexo muitas vezes se deve a m\u00faltiplos fatores, os quais incluem sempre a nossa pr\u00f3pria natureza pecaminosa e podem incluir pecados cometidos contra a pessoa no passado. Tal como acontece com qualquer padr\u00e3o ou propens\u00e3o pecaminosa\u2014que pode incluir desejos desordenados, lux\u00faria extraconjugal, v\u00edcio em pornografia e qualquer comportamento sexual abusivo\u2014 as a\u00e7\u00f5es de outros, embora jamais completamente determinantes, podem ser significativas e influentes. Isso deve nos levar \u00e0 compaix\u00e3o e \u00e0 compreens\u00e3o. Al\u00e9m disso, \u00e9 verdade para todos n\u00f3s que o pecado pode ser uma escravid\u00e3o n\u00e3o escolhida e tamb\u00e9m uma rebeli\u00e3o id\u00f3latra ao mesmo tempo. Por vezes, todos n\u00f3s experimentamos o pecado como uma esp\u00e9cie de servid\u00e3o volunt\u00e1ria (Rm 7.13-20).<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"6_A_Tentacao\"><\/span>6. A Tenta\u00e7\u00e3o<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que as Escrituras falam da tenta\u00e7\u00e3o de maneiras diferentes.<\/p>\n<p>Existem algumas tenta\u00e7\u00f5es que Deus nos d\u00e1 na forma de prova\u00e7\u00f5es moralmente neutras, e outras tenta\u00e7\u00f5es que Deus jamais nos d\u00e1, pois estas surgem de dentro de n\u00f3s como desejos moralmente il\u00edcitos (Tg 1.2, 13-14). Quando as tenta\u00e7\u00f5es v\u00eam de fora, a tenta\u00e7\u00e3o em si n\u00e3o \u00e9 pecado, a menos que ca\u00edamos na tenta\u00e7\u00e3o. Mas, quando a tenta\u00e7\u00e3o surge de dentro, trata-se de nossa pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o e \u00e9 apropriadamente chamada de pecado.<\/p>\n<p>No entanto, h\u00e1 um importante grau de diferen\u00e7a moral entre a tenta\u00e7\u00e3o para pecar e ceder ao pecado, mesmo quando a tenta\u00e7\u00e3o \u00e9, em si, uma express\u00e3o do pecado interior.<\/p>\n<p>Embora nosso objetivo seja o enfraquecimento e a diminui\u00e7\u00e3o das tenta\u00e7\u00f5es internas para pecar, os crist\u00e3os devem se sentir principalmente respons\u00e1veis n\u00e3o pelo fato de que tais tenta\u00e7\u00f5es ocorrem, mas por fugir e resistir completamente \u00e0s tenta\u00e7\u00f5es quando elas surgem. Podemos evitar \u201ccair\u201d na tenta\u00e7\u00e3o recusando-nos a ponderar e a considerar internamente a proposta e o desejo de realmente pecar. Sem distinguirmos entre (1) as tenta\u00e7\u00f5es il\u00edcitas que surgem em n\u00f3s devido ao pecado original e (2) o ato de ceder voluntariamente ao pecado em si, os crist\u00e3os ficar\u00e3o desanimados demais para \u201creunir toda a dilig\u00eancia\u201d no crescimento em piedade e se sentir\u00e3o fracassados em seus esfor\u00e7os necess\u00e1rios para serem santos como Deus \u00e9 santo (2Pe 1.5-7; 1Pe 1.14-16). Deus se agrada de nossa obedi\u00eancia sincera, mesmo que possa ser acompanhada de muitas fraquezas e imperfei\u00e7\u00f5es (CFW 16.6).<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"7_A_Santificacao\"><\/span>7. A Santifica\u00e7\u00e3o<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que os crist\u00e3os devem fugir de comportamentos imorais e n\u00e3o ceder \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pelo poder do Esp\u00edrito Santo operando atrav\u00e9s dos meios comuns de gra\u00e7a, os crist\u00e3os devem procurar minorar, enfraquecer e matar as idolatrias subjacentes e os desejos pecaminosos que levam ao comportamento pecaminoso. O objetivo n\u00e3o \u00e9 apenas fugir consistentemente da tenta\u00e7\u00e3o e resistir-lhe regularmente, mas diminuir e at\u00e9 mesmo dar fim \u00e0s ocorr\u00eancias de desejos pecaminosos por meio da reordena\u00e7\u00e3o dos amores do cora\u00e7\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o a Cristo. Por meio da virtude da morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo, podemos progredir substancialmente na pr\u00e1tica da verdadeira santidade, sem a qual nenhum homem ver\u00e1 o Senhor (Rm 6.14-19; Hb 12.14; 1Jo 4.4; CFW 13.1).<\/p>\n<p>No entanto, este processo de santifica\u00e7\u00e3o\u2014mesmo quando o crist\u00e3o \u00e9 diligente e fervoroso na aplica\u00e7\u00e3o dos meios de gra\u00e7a\u2014sempre ser\u00e1 acompanhado de muitas fraquezas e imperfei\u00e7\u00f5es (CFW 16.5, 6), com o Esp\u00edrito e a carne lutando um contra o outro at\u00e9 a glorifica\u00e7\u00e3o final (CFW 13.2).<\/p>\n<p>O crente que luta com atra\u00e7\u00e3o por pessoas do mesmo sexo deve esperar ver a natureza regenerada superar cada vez mais a corrup\u00e7\u00e3o remanescente da carne, por\u00e9m esse progresso geralmente ser\u00e1 lento e irregular. Al\u00e9m disso, o processo de mortifica\u00e7\u00e3o e vivifica\u00e7\u00e3o envolve toda a pessoa, n\u00e3o apenas os desejos sexuais indesejados. O objetivo da santifica\u00e7\u00e3o na vida sexual de algu\u00e9m n\u00e3o pode ser reduzido \u00e0 ter atra\u00e7\u00e3o por pessoas do sexo oposto (embora algumas pessoas possam vivenciar algum movimento nessa dire\u00e7\u00e3o); antes, envolve crescer na gra\u00e7a e aperfei\u00e7oar a santidade no temor de Deus (CFW 13.3).<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"8_Impecabilidade\"><\/span>8. Impecabilidade<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos a impecabilidade de Cristo.<\/p>\n<p>O Filho de Deus encarnado n\u00e3o pecou (em pensamento, palavra, a\u00e7\u00e3o ou desejo) nem tinha a possibilidade de pecar. Cristo experimentou a tenta\u00e7\u00e3o passivamente, sob a forma de prova\u00e7\u00f5es e s\u00faplicas do diabo, mas n\u00e3o ativamente, sob a forma de desejos desordenados. Cristo tinha apenas a parte do sofrimento da tenta\u00e7\u00e3o, enquanto n\u00f3s tamb\u00e9m temos a parte pecadora. Cristo n\u00e3o tinha nenhuma disposi\u00e7\u00e3o ou inclina\u00e7\u00e3o interna para o menor mal que fosse, sendo perfeito em todas as gra\u00e7as e em todas as suas a\u00e7\u00f5es em todos os momentos.<\/p>\n<p>No entanto, Cristo suportou, de fora, verdadeiras tenta\u00e7\u00f5es angustiantes que o qualificaram para ser nosso sumo sacerdote compassivo (Hb 2.18; 4.15).<\/p>\n<p>Cristo assumiu uma natureza humana suscet\u00edvel ao sofrimento e \u00e0 morte. Ele foi um homem de dores e que sabia o que \u00e9 padecer (Is 53.3).<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"9_Identidade\"><\/span>9. Identidade<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que a identidade mais importante do crente se encontra em Cristo (Rm 8.38-39; Ef 1.4,7).<\/p>\n<p>Os crist\u00e3os devem entender a si mesmos, definir-se e descrever-se \u00e0 luz de sua uni\u00e3o com Cristo e de sua identidade como filhos santos, regenerados e justificados de Deus (Rm 6.5-11; 1Co 6.15-20; Ef 2.1-10). Justapor identidades enraizadas em desejos pecaminosos ao lado do termo \u201ccrist\u00e3o\u201d \u00e9 inconsistente com a linguagem b\u00edblica e enfraquece a realidade espiritual de que somos novas criaturas em Cristo (2Co 5.17).<\/p>\n<p>No entanto, ser honesto sobre nossas lutas contra o pecado \u00e9 importante.<\/p>\n<p>Embora crist\u00e3os n\u00e3o devam se identificar com seus pecados de maneira que os acolham ou baseiem suas identidades neles, crist\u00e3os devem reconhecer seus pecados em um esfor\u00e7o para super\u00e1-los. H\u00e1 uma diferen\u00e7a entre falar sobre uma faceta fenomenol\u00f3gica da realidade manchada pelo pecado de uma pessoa e empregar a linguagem dos desejos pecaminosos como uma marca de identidade pessoal. Ou seja, nomeamos nossos pecados, mas n\u00e3o somos nomeados por eles. Al\u00e9m disso, reconhecemos que existem algumas identidades secund\u00e1rias, quando n\u00e3o enraizadas em desejos pecaminosos ou lutas contra a carne, que podem ser legitimamente afirmadas junto com nossa identidade prim\u00e1ria como crist\u00e3os. Por exemplo, as distin\u00e7\u00f5es entre homem e mulher, ou entre as v\u00e1rias nacionalidades e grupos de pessoas, n\u00e3o s\u00e3o erradicadas quando nos tornamos crist\u00e3os; antes, servem para magnificar a gl\u00f3ria de Deus em seu plano de salva\u00e7\u00e3o (Gn 1.27; 1Pe 3.7; Ap 5.9; 7.9-10).<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"9_Linguagem\"><\/span>9. Linguagem<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que em nossas igrejas seremos s\u00e1bios em evitar o termo \u201ccrist\u00e3o gay\u201d.<\/p>\n<p>Embora o termo \u201cgay\u201d possa se referir a mais do que sentir atra\u00e7\u00e3o por pessoas do mesmo sexo, o termo n\u00e3o comunica menos do que isso. Para muitas pessoas em nossa cultura, se identificar como \u201cgay\u201d sugere que essa pessoa est\u00e1 envolvida em pr\u00e1ticas homossexuais. No m\u00ednimo, o termo normalmente comunica a presen\u00e7a e a aprova\u00e7\u00e3o da atra\u00e7\u00e3o sexual pelo mesmo sexo como moralmente neutra ou moralmente louv\u00e1vel. Mesmo que \u201cgay\u201d, para alguns crist\u00e3os, signifique simplesmente \u201catra\u00e7\u00e3o pelo mesmo sexo\u201d, ainda \u00e9 inapropriado justapor esse desejo pecaminoso, ou qualquer outro desejo pecaminoso, como uma marca de identidade ao lado de nossa identidade como novas criaturas em Cristo.<\/p>\n<p>No entanto, reconhecemos que alguns crist\u00e3os possam usar o termo \u201cgay\u201d em um esfor\u00e7o para serem mais facilmente compreendidos pelos n\u00e3o-crist\u00e3os.<\/p>\n<p>A palavra \u201cgay\u201d \u00e9 comum em nossa cultura, e n\u00e3o achamos s\u00e1bio que as igrejas policiem todos os usos do termo. Nosso objetivo \u00e9 n\u00e3o justificarmos nossas lutas contra o pecado afixando-o \u00e0 nossa identidade como crist\u00e3os. As igrejas devem ser gentis, pacientes e intencionais com os crentes que se autointitulam de \u201ccrist\u00e3os gays\u201d, incentivando-os, como parte do processo de santifica\u00e7\u00e3o, a deixar para tr\u00e1s a linguagem de identifica\u00e7\u00e3o enraizada em desejos pecaminosos, a viver vidas castas, a abster-se de cair em tenta\u00e7\u00e3o e a mortificar seus desejos pecaminosos.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"11_Amizade\"><\/span>11. Amizade<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que nossa cultura eclesi\u00e1stica atual tem uma compreens\u00e3o subdesenvolvida da amizade e muitas vezes n\u00e3o honra o estado solteiro como deveria.<\/p>\n<p>A igreja necessita se esfor\u00e7ar para que todos os membros, incluindo os crentes que lutam com a atra\u00e7\u00e3o pelo mesmo sexo, sejam vistos como membros valiosos do corpo de Cristo e engajados em relacionamentos significativos por meio das b\u00ean\u00e7\u00e3os da fam\u00edlia de Deus. Da mesma forma, afirmamos o valor que h\u00e1 em crist\u00e3os que compartilham lutas comuns se reunirem para m\u00fatua presta\u00e7\u00e3o de contas, exorta\u00e7\u00e3o e incentivo.<\/p>\n<p>No entanto, n\u00e3o apoiamos a forma\u00e7\u00e3o de amizades exclusivas e contratuais semelhantes ao casamento, nem apoiamos o comportamento rom\u00e2ntico entre pessoas do mesmo sexo ou a suposi\u00e7\u00e3o de que certas sensibilidades e interesses s\u00e3o necessariamente aspectos de uma identidade gay.<\/p>\n<p>N\u00e3o consideramos a atra\u00e7\u00e3o entre pessoas do mesmo sexo um dom em si mesma, nem achamos que a luta contra esse pecado, ou contra qualquer outro pecado, deve ser celebrada na igreja.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"12_Arrependimento_e_Esperanca\"><\/span>12. Arrependimento e Esperan\u00e7a<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>Afirmamos que a vida inteira do crente \u00e9 uma vida de arrependimento.<\/p>\n<p>Pelas vezes em que maltratamos aqueles que lutam contra a atra\u00e7\u00e3o pelo mesmo sexo, ou com quaisquer outros desejos pecaminosos, somos chamados ao arrependimento. Pelas vezes em que nutrimos ou fazemos as pazes com pensamentos, desejos, palavras ou a\u00e7\u00f5es pecaminosas, somos chamados ao arrependimento. Pelas vezes em que depositamos sobre outros uma vergonha descabida ou n\u00e3o lidamos bem com uma vergonha necess\u00e1ria dada por Deus, somos chamados ao arrependimento.<\/p>\n<p>No entanto, \u00e0 medida que somos chamados \u00e0 gra\u00e7a do arrependimento do evangelho (CFW 15.1), vemos muitas raz\u00f5es para nos alegrar (Fp 4.1).<\/p>\n<p>Damos gra\u00e7as aos crentes contritos que, embora continuem lutando com a atra\u00e7\u00e3o pelo mesmo sexo, est\u00e3o vivendo vidas de castidade e obedi\u00eancia. Esses irm\u00e3os e irm\u00e3s podem servir como exemplos corajosos de f\u00e9 e fidelidade, ao buscarem Cristo com um extenso hist\u00f3rico de obedi\u00eancia na depend\u00eancia do evangelho. Tamb\u00e9m damos gra\u00e7as por minist\u00e9rios e igrejas dentro de nossa denomina\u00e7\u00e3o que ministram a pessoas que lutam com pecados sexuais (de todos os tipos) com verdade e gra\u00e7a b\u00edblicas. Mais importante ainda, damos gra\u00e7as pelo evangelho que pode salvar e transformar o pior dos pecadores\u2014irm\u00e3os mais velhos e irm\u00e3os mais novos, cobradores de impostos e fariseus, pessoas de dentro e de fora. Regozijamo-nos nas dez mil b\u00ean\u00e7\u00e3os espirituais que s\u00e3o nossas quando nos afastamos do pecado pelo poder do Esp\u00edrito, confiamos nas promessas de Deus e descansamos somente em Cristo para justifica\u00e7\u00e3o, santifica\u00e7\u00e3o e vida eterna (CFW 14.2).<\/p>\n<p><em>Traduzido por Rebeca Falavinha.<\/em><\/p>\n<p><strong>Autor<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Justin Taylor<\/strong>\u00a0\u00e9 vice-presidente s\u00eanior e editor de livros na Crossway e bloga em Between Two Worlds. Voc\u00ea pode segui-lo no Twitter.<\/p>\n<p>Publicado originalmente em: <a href=\"https:\/\/coalizaopeloevangelho.org\/article\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/coalizaopeloevangelho.org\/article\/12-declaracoes-sobre-a-sexualidade-humana\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A publica\u00e7\u00e3o do \u201cRelat\u00f3rio do Comit\u00ea Tempor\u00e1rio Sobre a Sexualidade Humana Para a 48\u00aa Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana Norte-Americana\u201d n\u00e3o soa como algo sa\u00eddo das manchetes ou como algo de leitura f\u00e1cil. Mas louvado seja Deus pelos presbiterianos e seu governo parlamentar e ordeiro. 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